Capítulo 127

782 Words

Corvo narrando Depois daquela p***a de caixa largada na barreira da favela do Caveira, eu ainda tava com a adrenalina fervendo. Os vapores já tinham voltado pra atividade, cada um no seu setor, e a rua tinha voltado praquele silêncio perigoso. Eu e o Caveira e o Juninho seguimos direto pra casa dele. Assim que a porta abriu, a cena me pegou de jeito. Minha filha tava ali, no meio da sala, junto com a Maite e a irmã do Caveira. As três pareciam tensas, como se tivessem prendendo a respiração. Quando me viram, minha menina correu direto pros braços do Caveira, agarrando ele com força. — Que barulho foi aquele? Eu ouvi tiro. Lisandra levantou o rosto do peito do Caveira, ainda com os olhos arregalados. — Eu fiquei preocupada... — ela murmurou, encarando. — Achei que tinham invadido. O

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