Humberto narrando Quando o i****a do Rubens entrou no meu escritório dizendo que a Maitê estava viva, tive que engolir a vontade de rir da cara dele. Ele não fazia ideia de que eu já sabia disso há anos. Anos convivendo com o peso dessa verdade, anos mantendo a calma enquanto cada peça do meu mundo podia desabar com um sussurro m*l colocado. Maitê estava viva, sim. Graças a Deus, sem memória. E, por mais que tudo dentro de mim gritasse pra trazer minha filha de volta, pra protegê-la, pra impedir que o passado sujo alcançasse ela… seria um escândalo nacional. Um juiz respeitado, pai de uma menina que todos acreditavam estar morta, aparecendo com ela do nada? A imprensa destruiria minha carreira em minutos. E, claro, aquele lixo aquele homem asqueroso que carrega o nome de um bicho desco

