A chuva engrossou, como se o céu resolvesse derramar tudo de uma vez. Cael segurava a mão de Isa com firmeza, guiando-a pelos corredores vazios e escorregadios até o alojamento masculino. Não disseram uma palavra. Não precisavam. Ambos estavam encharcados. As roupas coladas ao corpo revelavam mais do que escondiam, e Isa sentia o coração disparar, não só pela corrida, mas pelo que sentia ao lado dele. Ao entrarem no quarto de Cael, ele fechou a porta com cuidado. O som abafado da chuva do lado de fora fazia contraste com a tempestade que se formava entre os dois. Isa estava imóvel no centro do quarto, respirando com dificuldade. O cabelo grudado no rosto, a blusa transparente marcando cada curva do seu corpo, especialmente os s***s, que endureciam não só pelo frio, mas pela tensão entre

