CAPÍTULO 05

1275 Words
MARIA CLARA CAMPOS Depois dos acontecimentos da noite passada, nem preciso dizer como tem repercutido em todos os sites de fofocas e jornais o que aquele homem tentou fazer, porém Massimo tomou a frente de tudo e o agradeço muito por isso. Hoje estou no apartamento de Mandy junto com Penelope e Barney, que como desculpa pra ver a amada nos trouxe, já o patrão se enfiou em mais trabalho, mesmo sendo domingo. — Sabe que uma hora, o patrão vai ter que saber de vocês.— murmuro e Barney sorri. — Não estou a fim de fica sem emprego agora, com tudo que houve, ele parece que está com mais raiva que o normal.— murmura ele. — Vamos espera o melhor momento para contar.— completa Mandy. — Clarinha, liga pro papai, vamos ir ao parque.— abro um sorriso concordando, porém já sabendo a resposta de sempre. — Sim querida.— acaricio sua cabeleira loira. — Ei traidora, não vamos ter um dia de filmes das princesas da Disney?— brinca Mandy. — Chama o papai pra vim ue.— ambos se entreolhamos. — Eu vou liga pra ele.— pego o celula e começo a discar. — Barney, temos que comprar mais algumas coisas, Penelope, vamos conosco?— a menina pula do sofá com alegria. — Vamos Clarinha.— pega na minha mão. — Eu vou fica, para ajeita tudo e liga pro seu pai querida, ta bom? — Eba, vamos tem que trazer tudo pra fica bonito pra quando o papai chegar.— a embolgação dela, só de pensa que o Massimo poderia abrir exceções. Maldito CEO. Quando ambos saem, começo a liga, o que me supreende é ele atender no primeiro toque. — Maria Clara. — Senhor D'Vacchiano, eu sei que deve está ocupado, mas... — Pode abrir a porta?— fico alguns minutos tentando assimilar. — O que? — Abrir a porta do apartamento.— olho na direção da porta e quando ele diz meu nome é que saio do lugar e vou até a porta e abro. Lá estava ele, com o celular na mão, vestido de forma habitual, sem terno e gravata, blusa social escura com os três butons abertos, calça social, cabelo levemente bagunçado e aquela maldita imensidão azul que evito o máximo possível olhar. — Senhor... — Eu vi Barney, Mandy e Penélope sair, onde foram? — Ah...é que vamos fazer um dia de filmes com a Penélope, estava ligando justamente para o senhor porque ela queria muito que estivesse aqui.— abro espaço para ele entra. — Eu sai de uma reunião de urgência agora, e como havia dito que viria pra cá hoje, passei para sabe como estava.— ele ignora a minha fala. — Eu estou melhor, mas ficaria melhor ainda se ficasse por sua filha.— o olhar que ele lança é enigmático. — Sabe que isso é golpe baixo, dada o que aconteceu ontem. — Bom, aproveite que está aqui e eu imagino que não tenha mais nada pra fazer, ou estou errada? — Não, não está. — Então, junte o útil ao agradável, até o Barney vai fica pra fazer a alegria dela.— ele tenta esconder, mas vejo a sombra de um sorriso ali. — Okay, eu fico, só preciso fazer uma ligação.— balança a cabeça em concordância. Enquanto ele está no telefone caminho em direção onde fica o meu quarto, havia deixado algumas coisas aqui quando viesse para não fica trazendo e levando coisas sempre, embora eu não tenha muitas. Tiro uma roupa mais confortável, shortinho, blusa regata branca e chinelos do guarda roupa e ponho. Ao volta pra sala o vejo sentado no sofá me aguardando e sim, ele me olhou de cima a baixo, mesmo que tenha tentado disfarçar, o que infla meu ego, já que Massimo é um p**a partidão e cobiçado por muitas mulheres, sentir o olha dele em cima de mim, é como ter ganhado um prémio. — Iria fica vestida assim, com o Barney aqui?— questiona. — Qual o problema? — Esse short tenho certeza que se abaixa um pouco, deve da pra ver bastante coisa.— rio de suas palavras. — Fique tranquilo, tenho ciência disso, agora o senhor pode para de avaliar minhas vestimentas e me ajuda a ajeitar a sala, a pipoca já está pronta, mas quero deixa a sala confortável. Ele não diz nada, ele me ajuda a puxa o sofá enorme que vira uma cama, coloco algumas almofadas aqui. — Na minha casa tem uma sala especifica pra cinema.— comenta. — Mas nada melhor do que o tradicional, vai me dizer que nunca fez isso? — Fazia muito com a Amy, na verdade todo domingo, era uma tradição, Penélope não lembra porque era pequena demais, víamos filmes de terror, ela era fascinada, em especial os baseados em fatos reais.— vê-lo fala pela primeira vez da mulher, de forma espontânea me deixa contente, porém guardo para mim mesmo e continuo. — Deveria manter com Penélope essa tradição, garanto que a menina vai amar, ainda mais sabendo que é algo que a mãe amava.— ele não diz nada.— Me ajuda com as pipocas.— murmuro mudando de assunto. Caminho até a cozinha e ele me acompanha. — Pega as vasilhas ai em cima por favor.— enquanto ele faz isso, me estico para pega os copos que estão no armário de cima, fico praticamente na ponta dos pés.— Merda.— murmuro. Sinto meu corpo fica rígido, e um arrepio o percorre quando o braço de Massimo passa por cima da minha cabeça e pega um dos copos, seu corpo está bem próximo ao meu, e ao me vira dou de cara com o peitoral dele. — Eu posso pega os copos, Maria.— engulo seco, porque a voz dele saiu tão rouca e gostosa. — Claro.— quando penso em sair dali, ele bloqueia a minha passagem colocando a mão na bancada, levanto meu rosto para olha-lo e p**a que pariu. — Você sente a mesma coisa que eu sinto?— a pergunta dele me pega de surpresa.— Já tem semanas que venho tendo sensações estranhas desde que a vi pela primeira vez, porém eu não sei dizer exatamente o que são elas.— Massimo leva uma de suas mãos até meu rosto e aquela sensação, como se meu corpo tivesse levado o choque vem, ele com certeza percebeu.— Sim, você sente algo parecido. — E o que sente?— me arrisco em questionar. — Sinceramente? Achava que era desejo, você é uma bela mulher, inteligente, sorridente, porém quando a vi ontem a única certeza que eu tinha era que não era só tesão.— a confissão dele me deixa completamente sem reação. Ele se sente atraído por mim? p**a que pariu. — Massimo...eu...— me calo quando ele se aproxima mais, meu corpo colando com o dele, a mão dele descendo pela minha cintura, e a outra firme no meu rosto, sua boca se próxima da minha. — Porque você é a única mulher que me deixa completamente desconsertado? Isso é confuso demais, tento não pensar, mas é impossível.— em um ato impensado, levo minhas mãos até seu rosto o pegando de surpresa. — Sei que eu vou me arrepender disso ou você me demitir depois disso, mas está difícil. — O que...— logo meus lábios estão nos dele e Massimo nem mesmo protestou, pelo contrario, sinto ele me puxa do chão e logo estava em seu colo, nosso beijo se intensificou e como pode um homem desses me querer como ele disse que queria?
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