Giorgia Moretti Quando cheguei no baile de máscaras, me dei conta que não poderia ter melhor oportunidade. Afinal, me permitia ficar anônima, de certa forma. Dei meu nome e identidade falsa para os homens na entrada. O capanga me olhou e pediu que removesse a máscara. Eu fiz, ele me olhou rapidamente e sinalizou para eu entrar. Confesso que nunca vi tantos homens armados em espaço tão pequeno, simultaneamente. Tinha homens armados em cada entrada da casa. E cada pessoa que entrava ali, trazia mais um grupo de seguranças armados, que ficavam na porta. Era como se uma guerra fosse se armar. Caminhei pelo lugar e consegui atrair alguns olhares curiosos. Como ninguém sabia quem era quem ali, não me preocupei. Também notei que tinha mais pessoas de preto e tons escuros e eu era a única pess

