A fivela do meu cinto bateu contra o chão de pedra. Empurrei o tecido escuro da calça social e da cueca pelos quadris, chutando as peças para fora da área dos tapetes.
O ar frio noturno da capela tocou a minha pele suada, mas o calor irradiava pesado do centro do meu corpo. Fiquei de pé diante do colchão largo. A minha ereção estava completa, rígida, apontada diretamente para a direção dela.
Aurora continuava deitada de costas nas almofadas, a respiração ainda alterada após o próprio orgasmo.
Segurei os antebraços dela, puxando o seu corpo para cima. Fiz com que ela saísse da posição deitada e ficasse de joelhos na beirada do colchão, exatamente na minha frente. A altura deixou o rosto dela nivelado com o meu p*u.
A filha do Capo Marino, o fanático que nem desconfiava que o Sottocapo dos Rossi ainda vinha à sua cidade por causa da sua filha, olhou para o meu m****o criando sombras longas devido às luzes das velas. Não havia medo ou hesitação ali.
Apenas a avidez de uma mulher que conhecia o próprio desejo.
Segurei a nuca dela, entrelaçando os dedos nos fios loiros espessos. Dei um passo curto à frente. Bati a cabeça do meu p*u úmido contra a bochecha corada dela, sentindo a textura da pele macia sob a minha carne.
Esfreguei a extensão no rosto dela, provocando. Aurora fechou os olhos e abriu a boca. Ela colocou a língua para fora, lambendo a glande devagar antes de inclinar a cabeça e engolir a extensão inteira.
O interior da boca dela era quente e muito apertado. O som molhado da sucção preencheu o silêncio da ruína.
Guiada pela minha mão na nuca, ela desceu a cabeça, afundando o rosto contra a minha virilha, fazendo uma garganta profunda que me fez travar o maxilar e olhar para as vigas de madeira do teto.
A saliva dela escorria pelos cantos dos lábios, babando a base do meu m****o, molhando o próprio queixo e o pescoço. Ela chupava com a cadência de uma p**a experiente, usando as bochechas e a língua para extrair cada gota de sensibilidade.
Puxei a cabeça dela para trás devagar, retirando o meu p*u da boca dela com um som oco. Juntei os s***s fartos de Aurora com as minhas mãos, apertando a carne pálida para criar um canal estreito.
Posicionei o meu m****o no vale entre eles, deslizando para cima e para baixo. O atrito da pele macia dos s***s dela contra a minha ereção era absurdo. Aurora gemeu alto, os olhos revirando ligeiramente enquanto eu usava o corpo dela.
Aumentei a velocidade da espanhola, roçando a glande no pescoço e no queixo dela a cada subida. O meu limite chegou rápido.
Gozei grosso, sujando os s***s dela, o colo e os lábios entreabertos com o meu sêmen. Ela engoliu uma parte do líquido, passando a língua pelos próprios lábios manchados, mantendo os olhos cravados nos meus.
A noite estava apenas começando. Eu limpei o excesso no próprio lençol e a empurrei pelos ombros.
Aurora caiu de costas sobre a cama improvisada. Separei as pernas dela, acomodando o meu corpo entre as suas coxas. Posicionei a ponta do meu p*u, ainda escorregadio pela saliva e pelo sêmen, na entrada da b****a dela.
Não forcei a entrada de uma vez. Fui empurrando devagar, centímetro por centímetro, dando tempo para a carne esticar deliciosamente. O interior dela estava inchado e muito úmido.
Senti as paredes internas me abraçando aos poucos, cedendo ao meu tamanho, criando o espaço exato para me receber. Aurora arfou, cravando as unhas curtas nos meus ombros enquanto eu afundava até a base, preenchendo todo o espaço vazio dentro dela.
Comecei a me mover. Estocadas longas e calculadas, puxando quase até a ponta e voltando a afundar, garantindo o atrito perfeito em cada ida e volta.
O som da nossa pele se chocando começou a ecoar alto. Ela jogou a cabeça para trás no travesseiro. Os gemidos dela perderam qualquer filtro de decência, enchendo o espaço vazio do altar.
O suor começou a colar os nossos corpos. Depois de um longo tempo naquele ritmo, parei o movimento e puxei o corpo dela para cima.
Virei Aurora de costas. Ela ficou de quatro sobre o colchão, apoiando o rosto e os antebraços nas almofadas bagunçadas. Segurei os quadris largos dela e penetrei por trás. O ângulo permitiu uma invasão muito mais profunda. As batidas soavam molhadas e altas na escuridão iluminada por velas.
Deslizei a minha mão esquerda por baixo da barriga dela, alcançando o sexo encharcado. Encontrei o c******s sensível e comecei a esfregar o pequeno ponto no mesmo ritmo em que o meu p*u entrava e saía da b****a dela. A combinação das duas fricções derreteu a sanidade de Aurora.
Os gemidos dela viraram gritos rasgados. Os seus braços perderam a força, fazendo o peito bater contra o colchão. O interior dela apertou o meu m****o em espasmos fortes e incontroláveis.
Um esguicho denso de líquido claro jorrou dela quando puxei meu p*u para fora, ensopando os lençóis brancos, os meus dedos e o tecido da cama abaixo de nós.
O cheiro de sexo, suor e vinho impregnou a capela de forma pesada. Ela continuava tremendo, o líquido escorrendo pelas coxas claras dela enquanto eu voltava a meter sem diminuir o ritmo.
As horas passaram, ignorando qualquer regra lá fora. As velas começaram a derreter até a base, algumas apagando sozinhas e deixando os cantos da capela imersos nas sombras. O colchão estava uma verdadeira ruína de suor e fluidos.
Puxei uma das garrafas de vinho quase vazias da mesa improvisada e derramei um pouco do líquido escuro sobre os meus dedos. Espalhei a umidade na entrada mais estreita dela, preparando a pele.
Aurora murmurou um som de surpresa quando a ponta pressionou o anel de músculos.
— Solta a respiração — ordenei baixo, massageando a área até a musculatura ceder.
Empurrei devagar. A resistência inicial deu lugar a um aperto quente, apertado e absoluto. A invasão arrancou um choro baixo dela, mas o desconforto inicial sumiu logo em seguida, substituído pelo prazer contínuo que construímos ao longo da madrugada.
Continuei o movimento, preenchendo o corpo dela na totalidade. Ela estava completamente entregue, fraca demais para sustentar o próprio peso, entregando-se ao ritmo que eu ditava.
O meu segundo orgasmo veio forte, derramando fundo dentro dela enquanto eu segurava a sua cintura com firmeza.
No fim da madrugada, Aurora estava deitada de lado, com a cabeça apoiada no meu peito. A respiração dela estava curta, os músculos tremendo de pura exaustão física. Os cabelos loiros colavam na testa suada e nos lençóis arruinados.
Ela me deu tudo o que tinha, sem pudor e sem limites. O Capo Marino acreditava que a pureza da sua casa estava intacta sob a proteção dos guardas nas ruas de Messina.
Ele estava completamente cego para o fato de que, debaixo daquele teto podre, a joia do seu império já pertencia inteiramente ao homem de Palermo.