- Olá, Cláudia. - Juiz, que bom o ver. - Vir busca-la, Lincoln me pediu, houve algum problema pessoal. - A Lua fez um vídeo chamada e ela me explicou. Cadê Regis? - Libélula, detesta hospitais, mais está no estacionamento nos esperando. - Porque o senhor, o chama de Libélula? Gargalhada. - Ao chegar no carro, pergunte a ele. Ele não suporta essa história. - Eu acho lindo vocês dois. - Eu também. No entanto, até hoje a família dele não fala com ele. Antes de sairmos Afonso, veio se despedir, pediu que eu continuasse com a terapia e comprasse ervas naturais, para tomar chás. Falou da necessidade de expressar, abrir o coração, gritar se for o caso, entretanto, as coisas que sufocam matam aos poucos. Esse conselho veio de um amigo e não de um médico. Descemos pelo elevador. E

