Essa menina é uma i****a perfeita, como eu pude colocar um ser sem vida no mundo, ela nunca se demonstrou tão fraca e i****a, sei que ela é minha filha, mas me poupe por ser tão neandertal , se jogou do carro, quase fazendo eu perder minhas fodas constantes com o Anselmo. Fodo e fodo com vontade, como é bom ser fodida e ainda mais por uma carne nova, nesses dois anos sou a melhor esposa e mãe. Até o Ema me elogia mais na cama, estou o ensinando como f***r, aquela coisa morna com muitos carinhos me enoja. Depois que vi meu enteado se masturbando e chamando meu nome, fiquei louca, fiz o convite para ensiná-lo a ser mais gostoso e ele aceitou. Para a nossa primeira vez dopei meu marido e transamos em cima da cama, a adrenalina do corpo, a sensação de ser pega me deixa excitada, e agora para estragar minha festa a Cláudia caiu nesse jogo de coitadinha e está quase a duas semanas em tratamento para pessoas desequilibradas mentalmente, culpo totalmente ela.
A minha ideia seria o Sel fingir que queria estuprar ela, porque sei que ele não a enxerga como mulher e sim como uma criança, não sei o que aconteceu na mente daquela i****a que complicou tudo. Sofro com essa menina, desde a época da escola tenho que a proteger, se ela fosse virgem eu não iria fazer isso, mas eu sei que já é uma p**a e estava transando com o namoradinho da amiga Rebeca.
A Olivia fuxiqueira (que sempre fala que não é fuxico, é aviso) me disse as barbaridades que ficou sabendo, lógico que não iria colocar pai contra filha, contei para Anselmo e em sonho Deus me deu a ideia, para fazer a atenção ser direcionada para a Cacau.
Eu nunca quis ser mãe e o Ema sabia, fui e sou uma excelente mãe, mas f***r é o que mais gosto, apesar de estar com quase quarenta anos sou ávida, tenho um corpo estrutural gostoso, meu cabelo é curto, tenho poucas estrias e fodo divina e maravilhosamente melhor do quê qualquer prostituta e o Sel me ajuda nesse quesito.
Na primeira vez que o Emanoel chegou cedo em casa, Sel iria enfiar a mão na minha b****a, eu estava sedenta por aquele momento, ele saiu pela janela que dá para nosso beco e eu fingi que estava me masturbando, transei com meu marido para que ele não desconfiasse, ainda estava louca para f***r, se não tinha Sel, tinha o Ema.
Estou me comportando como uma colegial, para saciar minha necessidade que era desconhecida até o dia que fodi com Anselmo, ele não tem a p**a tão grande como o do pai, mas é grossa, me preenche, me faz sentir dor e eu amo a dor. Eu não deixei de amar meu marido, pois se não fosse ele, não teria meus caprichos, minha mansão, meu dinheiro no bolso.
Infelizmente, Anselmo e eu vacilamos bem quando a Cacau estava internada, me fiz de ofendida, mas sei que Emanoel não é i****a.
E agora estou sem saber o que fazer, Cláudia flagrou toda a situação com Anselmo, agora ela sabe da traição e pode fazer um escarcéu desnecessário por causa da fidelidade com o pai, por isso abomino esse negócio de ser mãe, é sempre mais um inimigo dentro de casa.
O quê Deus eu posso fazer para que a Cacau não consiga atrapalhar minhas fodas?
Essa menina, deveria ser minha cúmplice não presta, eu não me importaria se ela ficasse também com Anselmo, sei que ele não faria tanta questão, pois ela é uma mosca morta, doravante não posso me expor com meu marido, que é idolatrado por todas as minhas amigas da igreja, que são mães dos catequizandos, sou uma mulher temente a Deus sim, o erro é com meu fogo estabanado que me floriu nesses últimos dois anos.
Chamo Anselmo e tento convencê-lo para entrar nessa nova loucura, ele fala que não, que ninguém vai acreditar na Cacau, pois ao mundo dos olhos cristãos ela é uma pecadora, desrespeitando a casa de um homem de fé, usando drogas e bebendo, no qual revela que é uma impura, a palavra dela não tem valor.
Não acredito, ela pode a qualquer momento surtar e vai que ela conseguiu registrar qualquer coisa naquela porcaria de celular.
E com quem que ela falou quando fechou a porta do quarto? Detesto me sentir vulnerável, presa, sufocada, o que essa palerma faz tanto trancafiada nesse quarto? Meu coração tá acelerado, a vontade que tenho é de dar uns tapas nessa menina, i*****l, quem mandou ela voltar pra casa cedo e obviamente está contando para o pai dela o que viu, se ela estragar a minha vida, eu juro que a mato com minhas próprias mãos, arranco os seus olhos, aperto aquele pescoço, eu mato, mato.
- Para aonde está indo, Cláudia?
- Não é de sua conta, mamãe.
- Ceci, deixa ela ir, será melhor ela bem longe do quê atrapalhando nossas vidas. – Nisso terei que concordar.
- Mas se ela gravou alguma coisa nesse celular?
- Quando me pediu para entregar o celular apaguei tudo. Ela não tem como provar nada.
- Eu vou dizer o quê quando seu pai chegar?
- Fale a verdade.- Essa i****a quer que eu a mate.
- Não estou para brincadeiras, Cláudia, para aonde vai com essa mochila?
- Eu não faço mais parte dessa família eu tenho nojo da senhora, você não vale nada.
- Minha filha amada, tira essa mágoa do seu coração, eu e seu pai te amamos e seu irmão já te perdoou, eu peço para "minha vida" pagar um psicólogo para você, fique meu amor.
- A senhora está louca, é? Que conversa é essa sua despudorada? – Ouço a voz do meu pai e entendo o motivo de todo o teatro.
- O que eu te pedi Cacau, o que foi que eu te pedi minha filha? - O meu pai fala exasperado.
- Não se preocupe, não irei mais atrapalhar o ménage entre vocês.
- Do quê ela está falando?
- Papai, infelizmente, temos que internar a Cacau, do nada ela começou a me xingar Tia Ceci.
Gargalho.
- Tia Ceci? Agora ela é tia? E quando você fode o r**o dela, como é que você a chama mesmo?
- Cláudia Damasceno Montenegro, que descalabro é esse insinuando coisas descabíveis, horrendas entre nossa família? Filha, me fala aonde eu errei para você se tornar esse monstro, fale para mim.
- Eu o amo, meu pai, e serei grata por tudo. Mas, abra o olho, enxergue as pessoas que estão ao seu redor, que não valem nada.- Minha mãe, fingia um choro não existente.
- Claúdia, Claúdia, eu não quero bater em você, peça desculpas a sua mãe e ao seu irmão- Meu pai apertava meu braço.
- Nunca! Eu não vou fazer isso papá, nunca. Pode me bater, esfolar minha pele, arrancar meus olhos, mas não me peça para pecar contra Deus, porque o senhor mesmo me ensinou a não mentir e o Pai da mentira, nessa família, não sou eu.
Sinto meu cabelo ser arrastado, minhas lágrimas caíam, os tapas que recebo eu sei que é da ingenuidade do meu pai, por isso não crio uma mágoa em relação a ele, não grito, como a última vez, fico calada e deixo ele desabar o seu ódio, eu sei que ele sabe, que não sou a culpada por nada, entretanto ele quer desmoronar a sua dúvida em mim, que ele faça, meu ódio, meu desprezo está direcionada somente para ela, minha mãe, a mulher que eu amei tanto, venerei. Todas as colegas tinham invejam da nossa união, fazíamos as coisas da igreja juntas, agora entendo, porque no dia que a treva me atacou, ela pediu que ficasse em casa para pegar umas encomendas de hidratantes, perfumes que a gente escolheu e percebo agora que tudo foi armação. Meu corpo não está mais aguentando, tanta marca, sinto mais uma vez a escuridão me abraçando.
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Anselmo
Eu estou loucamente fissurado em f***r a mulher do meu pai, não tenho culpa, ela se ofereceu para me ensinar a ser homem, eu tinha dezoito anos e ainda era virgem.
Foi no aniversário de minha irmã Cacau, de quinze anos, não foi festa de debutante, porque minha irmãzinha preferiu viajar, mas meu pai louco e apaixonado pela filha, contratou um buffet e fez uma festa surpresa.
Para mim nunca foi feita festa nenhuma, lembro que quando criança minha mãe estava transando com duas pessoas , só que a i****a esqueceu de me dar comida e com tanta ânsia de f***r, fui esquecido. Depois, fiquei como joguete na mão dela. Um dia na casa da minha avó, outro na dos meus tios, e até na casa de um pastor pedófilo ela me deixou, porque só pensava em f***r, é ninfomaníaca.
Meu tio Olavo, irmão da minha mãe, está pagando o tratamento dela, exigindo que sempre faça o papel de mãe. Sinceramente, eu não me importo, ela nunca me amou, o divertimento dela é o sexo, eu vivia na casa das pessoas, nas quais não tinham nada de afetivo. Mas, aqui na casa de tia Ceci, é diferente, onde ela levava a Cacau me levava junto, sempre foi uma mãe exemplar, dedicada, ensinando a Cacau se defender, a se expressar, se comportar e isso sempre me deixava fascinado por ela, mas nunca iria me atrever a pensar em fodê-la.
No dia eu estava me masturbando muito, e tia Ceci estava com um shortinho azul de dormir, meu pai tinha dado uma segurada boa na b***a dela, corri para o banheiro e fiz cinco com muito t***o, gemia de verdade, ela entrou no meu quarto para pegar a roupa suja achando que eu não estava, viu eu me masturbando e chamando pelo nome dela e aí a p*****a foi certa. Na noite da festa, ela dopou meu pai e ali do lado dele fodemos.
E agora, minha meia irmã (que eu fiquei louco de f***r também, não n**o) - imagina aí, a sua amante te dar a filha, eu amei a ideia-, só que a louca surtou mesmo, acho que o amor que ela tinha comigo, terminou ali naquele susto que dei com o consentimento da genitora. E no dia da festa da formatura a i****a da amiga se doeu pela Cláudia, foi o maior reboliço, meu pai descontrolado xingava minha irmã com muito ódio, a mesma se jogou do carro. Fiquei três dias sem dormir, não precisava daquilo, então, percebi o trauma que causei.
No entanto, Ceci está disposta a levar nossa aventura ao extremo, ela não se importou nenhum pouco com a Cacau no hospital, pareceu que tinha ganhado uma inimiga, foi fria, impassível, fiquei até assustado com a proposta de matar a filha, porque Cacau descobriu tudo entre nós dois.
Infelizmente para minha irmã, sua genitora tem a arte de se fazer de coitada, e por um vacilo meu pai apareceu e prontamente a Ceci se fez de ofendida e eu tive que participar do circo.
Analisando a situação agora, vendo o corpo de Cláudia caído no chão, com meu pai em lágrimas, Ceci fingindo sofrimento, me questiono se agora é a vez da Cláudia sentir tudo aquilo que me faltava enquanto ela tinha tudo.
Que família desequilibrada.