Casei com a Ceci, logo após a mãe de Anselmo me trair. Foi um baque enorme na minha vida, eu respirava o ar daquela criatura e me doei ao máximo por ter sido responsável em engravidá-la e assumi tudo. Tínhamos dezoito anos, jovens e inconsequentes, vivíamos em festas, até orgias desfrutamos. Pensei que após a gravidez imaginei que Celina iria sossegar, grande engano, parei de beber, toda agitação foi colocada de lado, somente pra mim, eu ia trabalhar e ela ia t*****r mesmo grávida. Quando Anselmo nasceu, minha família exigiu o teste DNA, consentimos, o resultado deu positivo. Levei o matrimônio adiante, voltei pra igreja que minha mãe me levava, Celina ia para agradar agradar, no entanto, a vida cheia de libertinagem era o que ela mais desejava.
Um dia o vizinho me ligou e disse que Anselmo estava chorando, saio em desespero do trabalho que ficava uns cinco quilômetros de onde morávamos. Ao chegar me deparei com a casa toda bagunçada, gemidos ecoavam por todo o espaço, abrir a porta do quarto e ela estava se esfregando em uma mulher enquanto um cara fodia sua boca. Peguei Anselmo e voltei para casa dos meus pais que não queriam me acolher, para não ter o desprazer de vê-la, pois a casa que morávamos era da família de Celina e com toda situação sabia que a mesma nunca viria atrás do filho e assim se fez.
Passou-se mais de dois anos quando uma ligação me surpreendeu, se identificando como Celina, expondo a vontade de ver o filho, lógico que estava sendo forçada, porque o irmão exigiu que fosse mãe... Nem bem levou o menino a mesma já ligava para fazer reclamações sobre a criação que dei, aguentei essa situação por anos, até que no aniversário de Claúdia de quinze anos, pedi que Anselmo voltasse a morar comigo, Celina nem cogitou e também com a permissão da Cecília, trouxe meu filho.
Tudo estava do jeito que sempre sonhei uma família unida, amorosa e de acordo com a Palavra de Deus. Cecília é uma companhia agradabilíssima, vamos a igreja, sou presbítero, ajudo na comunhão e minha esposa catequista dos jovens e adultos.
Uns meses atrás desconfiei da minha esposa, cheguei em casa, ouvir ela gemendo, imaginei que estava transando com outro, tentei abrir a porta do quarto, estava trancada, forcei e ela gritou: Espera!
Ao abrir ela estava nua e eu fiquei em choque, confessou que estava se masturbando, mesmo sabendo que é pecado.
Abriu minha roupa, minha esposa me chupou de uma forma que nunca aconteceu, ela parecia sedenta de desejo e fez com que meu corpo reagisse aos seus pedidos, transamos que nem dois loucos, ela disse que é p**a, eu a olhei incrédulo, eu nunca a vi tão fogosa, ela riu e disse que por está chegando aos quarenta vem ficando muito tarada.
Fiquei cismado, porque ela nunca falou nada e eu sempre fui perguntar o que desejava, cheguei a ler livros femininos para agradá-la, no entanto desde os vinte e três anos, não me masturbo, uma decisão minha e ela dizia não gostar.
O sexo foi selvagem e tive a impressão dela ter me chamado de "amor", não me chama assim, só de "vida minha", a mesma justificou ser uma fantasia, quando me induziu a bater de cinto e falando palavras esdrúxulas, não reconheci a minha esposa, todavia não n**o o prazer inenarrável que senti, me fez recordar das orgias com Celina.
Saímos do quarto, exausto e nossos filhos estavam assistindo filme e comendo pipoca. Cláudia já tinha feito o jantar, Ceci me falou algo no ouvido e fez eu ficar rígido de novo. Ela hoje está insaciável, mandou uma mensagem pelo celular dizendo: vamos ao motel.
Ela nunca gostou de motel, nunca fomos, eu a olhei e ela riu. Hoje a minha esposa estava realmente uma p**a, minha p**a.
Quando conheci Ceci eu tinha vinte e cinco anos e ela vinte e dois, foi paixão à primeira vista, decidimos morar juntos e no mesmo ano engravidou da Cláudia, ela não queria ser mãe, nunca foi sua vontade, mas por ser contra ao aborto permitiu nossa filha nascer. Sempre se dedicou, nunca foi uma mãe omissa, a Cacau sempre foi muito bem cuidada. As pessoas diziam que ela não parecia ser mãe da Cláudia por ser branca, já a vi discutindo com várias pessoas sobre respeitar o outro independentemente da cor, raça e religião.
Eu me sinto um homem realizado, feliz e dedicado pela família que construí.
Doravante do susto que levei ao encontrar a Cláudia, deitada em cima do vômito, parecendo uma drogada, bêbada acusando o meio irmão por tentativa de estupro, eu não tive dúvidas, ela mentia descaradamente, o Anselmo estava perto da igreja, visitando os amigos de infância, certamente induziram minha filha amada a jogar a culpa no irmão.
Vi que Anselmo, amava a irmã e a perdoou e brigou comigo para que não colocasse para fora de casa e me fez entender que as amizades da irmã do ensino médio não eram de confiança.
E depois de uma discussão dentro do carro, logo após uma das amigas dela bater na cara de meu filho homem, que não revidou, deixando claro para mim, que passava de uma armação da Cacau com a amiga, no ato insano ela abriu a porta do carro que no desespero das agressividades de palavras se jogou para fora do carro, anunciando ali, que essa briga por causa do ciúme do irmão não iria acabar.
Não fui visita-la durante as duas semanas que esteve no hospital. Até o Padre Odilon aconselhou-me para não ir, pois poderia deixá-la mais nervosa, já que estava tendo surtos psicóticos por ciúme fraternal.
Eu só orava junto com a mãe e o irmão e todos da comunidade, fazemos encontros para tirar o peso negativo de casa e pedir a recuperação de Cacau, mesmo com toda essa loucura de tentativa de suicido, que o Padre Odilon nos falou abertamente na sua visão cristã. Anselmo é um irmão que me faz sentir orgulho do homem que estou formando, me fez depositar uma quantia razoável na conta da Cacau para quando ela fosse morar fora e estudar o tal curso de Direito.
E nesses dias que Cacau estava no hospital, tive de novo a sensação da Ceci transando com outro homem, mas nunca peguei nada, porque a porta estava trancada e ela não demorava de abrir, entretanto me pediu para não julgar, por causa da tensão dos últimos acontecimentos, o sexo a deixa calma, na mão tinha um consolo, do tamanho do meu pênis, grande e grosso e exigiu ter os dois dentro dela.
Minha Ceci não é mais a mesma, nos últimos quase dois anos, ela estava assim uma mulher de fogo alto, que queria sexo sempre, pronta para novas aventuras, em alguns casos me deixava constrangido, ela parecia uma colegial descobrindo o sexo e eu um velho romântico que gosta de dar flores, ser carinhoso e não deixar faltar nada para a mulher amada.
Alguém acorda essa criatura?
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