Infelizmente os planos de Héctor não foram tão sucedidos e eu precisei ficar mais alguns dias do que o planejado. Ele não forçou a barra nenhuma vez, e até deixou eu passear por Madri e eu só conseguia pensar e ficar ansiosa para ver o Caio de novo. Maldito. Passei a noite inteira pensando no momento em que eu voltaria para casa, no dia seguinte, sexta, para os meus bandidos conhecidos, para as pessoas que eu amava e que me amavam também. Para o meu querido paredão de som, para o meu amigo Benê e para o meu traficante favorito, aquele cara arrogante que me deixava com o coração na mãos todas as vezes. Não dava para fingir, não dava para eu simplesmente olhar o rosto de Hector e deixar que ele transasse comigo, não era culpa dele, mas eu era do Caio. Dos pés a cabeça... Eu era totalmente

