Ryan se via atolado em uma pilha de papeladas relacionadas aos clubes, enquanto as demandas da máfia continuavam a se acumular. No entanto, mesmo diante da agitação e do caos, ele sorria ao acordar mais uma vez envolto nos cabelos vermelhos de Lis. Cuidadosamente, com carinho, desvencilhava-se dela, relembrando a confissão de que não dormia com ninguém além dele. Essa revelação despertava nele um sentimento de possessividade, e Ryan fazia uma promessa silenciosa a si mesmo: ele passaria o resto da vida sendo o melhor possível para merecer o privilégio de ser o único para Lis. Com um beijo suave na testa de Lis, que suspirava ainda adormecida, Ryan deixou o quarto decidido a colocar os assuntos em dia. Antes de sair, no entanto, voltou para deixar um bilhete no bloco de post-its, que dizia

