Lis observou Ryan se afastando com as trigêmeas, um nó de apreensão formando-se em seu estômago. A luz de sua presença se apagou, e ela sentiu um impulso irresistível de segui-lo a distância, movendo-se devagar atrás dele, temerosa do que poderia acontecer. À medida que se aproximava, a cena que se desenrolava diante dela fez com que perdesse o fôlego. Ryan se deixou envolver pelos toques sensuais das trigêmeas, que estavam determinadas a seduzi-lo. Seus corpos roçavam no dele, mãos habilidosas exploravam sua pele, mas seus olhos estavam fixos em Lis. Cada toque das trigêmeas quebrava um pouco mais o coração dela, e Ryan, impassível por fora, a via se desmoronar diante de seus olhos. Sabia que chegara o momento de dar o xeque-mate, de mostrar a Lis que ele não era um, brinquedo que ela c

