Luiza caminhou até Lis, cujos gritos desesperados ecoavam pelo casebre abandonado. O odor de pó e desolação pairava no ar enquanto ela se aproximava. Incapaz de acreditar que Luiza matara Rosangela, sua própria filha, Lis sentiu uma onda de choque e horror. Luiza, impiedosa, desferiu uma bofetada no rosto de Lis, cujo som reverberou no espaço claustrofóbico do casebre: "Se recomponha, ou farei pior com você," advertiu Luiza, enquanto a dor da bofetada ecoava no rosto de Lis. O gesto violento era como uma bofetada emocional para Lis, que se esforçava para conter as lágrimas. Seus olhos, mistos de incredulidade e dor, encontraram os olhos implacáveis de Luiza, uma figura materna que parecia ter se perdido em um abismo sombrio. Luiza encarou Lis atentamente, notando traços tanto de Bartolo

