Hannah As palavras de Martin soaram como uma bela música. A música parou, ele me encarou e fez sinal para seguirmos até a varanda, mas, antes de dar alguns passos, fomos interceptados por um homem alto, com traços árabes. — Martin, será que você poderia me acompanhar até a mesa do presidente? — O que houve? — Ele quer te apresentar a alguns patrocinadores, que ainda não te conhecem pessoalmente... — Ah... Tudo bem! Você pode ir na frente que já te encontro lá! — ele diz para o homem, que balança a cabeça em sinal positivo, e nos dá as costas. Martin me encara e diz. — É coisa rápida, eu vou até lá... Será que você pode me esperar no terraço? — Tudo bem, eu espero! Ele me encara, e uma vontade enorme de beijar sua boca toma conta de mim, mas algo me impede. Sorri, solta a minha mão,

