Capítulo 6

1619 Words
— Eu tenho uma prima…—Juliana, disse em seguida— Que está fazendo faculdade de administração e como ela está em busca de emprego,— A encarei.— Se o senhor quiser posso pedir para ela dar uma passadinha aqui, pois tenho certeza que ela se encaixa perfeitamente para o cargo. — Tudo bem, mas antes de assinar aqui, quero fazer uma entrevista com, está assinar. Se ela for capaz, irei contrata-lá, se não for, iremos dar um jeito de você continuar trabalhando e cuidando de sua mãe. — Certo, obrigado pela confiança.— Ela disse. Dou por encerrado a conversa e a mesma também, recolho minhas coisas, e aviso a Juliana que estou indo para casa, e sigo para o elevador, entro e vou direto para garagem, saio do mesmo assim que as porta se abrem, vou para o estacionamento entro no carro e dou partida para a confeitaria de bolo que Eliza gosta. — Boa tarde Roberto, o que te trás aqui hoje?— Rosa, a proprietária disse quando me aproximo do balcão. — Boa tarde dona Rosa, Eliza, me pediu para levar um bolo. — Digo com um sorriso simpático no rosto.— E como sabe, o nosso bebê logo chegará, por isso estou tentando o máximo que consigo para adiantar o meu trabalho para poder escrever estar livre quando nosso filho chegar. — Entendo, eu estou muito feliz pelo bebê de vocês. Diga a ela que eu estou morrendo de saudades dela. — Pede ela. —Obrigada, pode deixar que falarei pra ela sim. —Digo no minuto seguinte. — Tá bom filho, você vai querer levar qual sabor hoje? Ou o mesmo de sempre?— Indagou — Vou levar um bolo de morango com chocolate, também uma torta de limão por favor.— Respondo pouco depois de sua pergunta. — Desejos da gravidinha? — Ela questiona — Sim.— Respondo sorrindo orgulhoso. — Espera um minuto que já trago.— Ela se afastou do balcão e seguiu para os fundos. Ao voltar com meus pedidos embrulhados e me entrega, porém vejo um a mais que não pedir. — Esse aqui é um mimo para a Eliza, diga a ela que é novo depois quero o feedback dela. Vejo que se trata de uma caixinha com três coxinhas. — Obrigado, tenho certeza que ela vai amar, a senhora é muito boa no que faz. — Obrigada, gentileza sua… agora vai que ela deve está esperando. Pago e me despeço dela, pago pelo meu pedido e volto pro carro deixou as sacolas no banco de trás, tomo meu lugar no banco do motorista, dou partida e dirijo para casa, agradeço por ainda estar em um horário que todas as pessoas estão em seu trabalho, por isso não enfrento um engarrafamento, ao chega em casa estaciono na garagem, pois não tinha nem um plano te sai hoje, assim que abro a porta de casa, Eliza, vem em minha direção e deixa um beijo em meus lábios. — Estava com saudades de mim ou do que você me pediu? — Indaguei em tom de brincadeira. — Não sei porque você pergunta se já sabe a resposta?— ela fala pegando as sacolas. Observo-a ir para a cozinha e vejo ela deixá-la em cima do balcão. E comecei a caminhar para mesma direção, parando na entrada da cozinha. — Como eu sou bobo…— Disse olhando para ela, retirando o que estava de dentro da sacola, em seguida me olhou. — Estava morrendo de saudades de você e você dá comida. — Ah amor, para de drama,— Ela disse.—Sabe que te amo de qualquer maneira, não é? — Sim, é claro que sei.— Ela veio e me beijou, em seguida voltou para o lugar de antes. — A dona Rosa mandou lembranças, e também mandou coxinhas. — Coxinhas? — Ela indaga. —Sim, ela disse que depois que sua opinião…— Digo. — Há trouxe uma torta também… Vou subir e tomar um banho — Vai sim, vou corta algumas fatias do bolo, da torta pra você também seu bobo. — Ela disse e sorrir. — Tá achando que vou engordar sozinha? Saio caminhando rumo a escada, subo a mesma e sigo para o quarto tomo um banho, e ao terminar visto uma roupa confortável, em seguida encontrar minha gravidinha com rosto lambuzado de chocolate, parecia criança quando come um pedaço de bolo maior que a boca, foi impossível não rir, em seguida peguei meu celular e fotografei-a. — Roberto!— Ela disse, mas quando viu a foto também caiu na risada.—A verdade amor, é que a dona Rosa com certeza tem mais de fadas, pois tanto as coxinhas são deliciosa como o bolo de chocolate. — Também Acho que tudo que ela faz é delicioso…— Digo a puxei para mim. — Mas, nem uma das coisa é dão deliciosa como você.—Passo a língua em sua bochecha, em seguida a beijei. Sinto o corpo dela correspondente ao meu toque. — Amo……— Ela diz meia ofegante.— Lembre-se que não estamos sozinhos…— Apoio minha cabeça em seu ombro por alguns segundos, em seguida me afasto.— Vou tirar um final de semana para eu ir lá com a Jessy, falando nela ela esteve aqui hoje e falou que queria falar com você sobre algo que ela queria comprar que eu não lembro mais. — Tudo bem, amanhã eu falo com ela.— Respirou fundo, pego o prato sobre o balcão e começo comer a torta. — Então saiu tudo bem a reunião que você fez hoje?— Ela pergunta curiosa — Sim, eu gostei do Ullysses e do sócio dele, espero não estar enganado, mas o que está me deixando um pouco preocupado é que a Juliana me pediu demissão hoje e não sei se vou conseguir uma nova secretaria tão competente e profissional como ela foi. — Nossa meu amor, mais porque ela saiu? — Ela vai cuidar da mãe que mora no interior, diagnosticada com câncer.— Respondi no minuto seguinte. — Meu Deus, espero que ela consiga sair dessa…— Vejo que minha esposa se preocupa genuinamente com a situação da mãe de Juliana. — Eu também espero.— Sou sincero. — Mas não se preocupe tanto não, tenho certeza que vai dar tudo certo no final.— Eliza disse. Com um pequeno sorriso em seguida começou a limpar o rosto com um guardanapo — Ela disse que tem uma prima dela que está procurando trabalho, e perguntou se eu não aceitaria que ela ficasse no lugar. — E o quê você disse?— Ela questionou. — Que iria fazer uma entrevista, e se ela fosse competente iria contratar-lá. — Não acho que Juliana iria recomendar alguém que não fosse competente….— Fico por um momento em silêncio. — Acho que vou me subir tomar um banho e me deitar um pouco. Ela se espreguiça, e bochecha, mostrando que está na hora do cochilo da tarde. — Tudo bem, vamos.— subimos para o nosso quarto. Fiquei deitado na cama esperando minha Liza toma banho, enquanto isso procuro pesar os pós e contra de contratar a prima de Juliana, pouco tempo depois minha esposa volta para o quarto usando um roupão e com uma toalha na mãos secando o cabelo. — Amor.— Me sento na cama, assim que ela senta-se. — Hum… — E o chá de bebê…. Quer dizer feijãozinho? Como estão os preparativos deu tudo certo?— Indaguei, pegando a toalha da mãos dela e começando a secar o cabelo dela. — Sim, eu escolhi tudo com a Jessy…— Ela fecha os olhos aproveitando o mimo. — Agora só falta o buffet fazer a parte deles Levanto e vou até o banheiro onde deixo a toalha no porta toalha, e volto, vejo , Liza, apenas de lingerie, ao retornar para o quarto, entretanto a mesma estava agarrada ao travesseiro e notei que estava começando a dormir, pego o controle remoto da TV, fecho as cortinas deixo o quarto um pouco escuro, me deito ao lado dela e procuro um filme para assistir, quando encontro um deixo no volume baixo, tudo para não acordar minha vida, porém ou era eu que estava cansado ou filme que estava chato, a única coisa que sei é que acabei dormindo. Apenas me acordei com Eliza se remexendo na cama, quando foquei minha visão já tinha anoitecido, a tv estava desligada, pois ela se auto desliga, então acendi a luz do abajur e chamei ela para que acordasse. — Ei amor, amor, vida acorda.— Balançando-a devagar, para não assustá-la até que ela abri os olhos e me puxa para um abraço. — Ei, o que foi? Está tudo bem, meu amor estou aqui.—Disse abraçando-a, fazendo um carinho em sua cabeça enquanto ela chorava baixinho em meu ombro, me afasto um pouco dela e enxugo as suas lágrimas.— O que foi, você teve um pesadelo? — Sim, foi horrível, eu sonhei que eu tinha perdido o nosso filho amor, eu não vou suportar se isso acontecer, não agora. — Shiiiiiii, não pensa assim, foi apenas um sonho r**m….— Para acalmar-lá.— Ok, agora relaxa, vou pegar um copo com água, e vamos conversar um pouco.— ela assente com a cabeça. Levanto pego um copo com água ela bebeu, depois me deitei, e a trouxe para mim, ela deitou sua cabeça em meu peito, alguns minutos conversando para que ela esquecesse o pesadelo ela voltou a dormir e se Deus existe mesmo como muitos dizem , eu peço que guarde o nosso filho ou filha e que ele venha com muita saúde. 
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