Anne O movimento na lanchonete estava aumentando a cada minuto, minhas pernas já estavam denunciando meu cansaço. Sexta-feira é sempre assim e no sábado aumenta mais ainda o fluxo de pessoas. Parei no balcão e debrucei-me esperando o próximo pedido para entregar. ― Cansada? ― Rebeka tocou meu ombro. ― Um pouco, dormi tarde. ― Respondi. ― E você está se dando bem aqui? ― Perguntei. ― Sim, já estou pegando o jeito. ― Disse contente. ― Fico feliz se precisar sabe que estou aqui. ― Sorri. ― Obrigada, confesso que quando entrei aqui achei que você era metida por ser filha do dono. Mas você é muito querida! ― Sorriu sem graça. ― Relaxa, eu pareço ser um pouco antipática às vezes. ― Sorri passando o braço por seu ombro e beijei sua bochecha. ― Ei, larga ela você é minha! ― Yasmim aparec

