Anne Minhas pálpebras se apertaram quando tentei abrir os olhos. A luz do sol refletia a claridade pelas frestas da cortina bem no meu rosto. Virei-me para o lado e não encontrei Christian. Meu corpo estava dolorido, com certeza estou toda marcada. Vou pensar melhor da próxima vez que quiser provocá-lo. Peguei meu celular no criado mudo e havia um papel embaixo dele, acendi o tela constatando que já se passava da uma da tarde. Peguei o papel ainda apertando os olhos para poder ver aquela letra horrível que quase não conseguia decifrar: "Oncinha linda! Desculpe, precisei sair para uma emergência do DP. Dormindo até parecia um anjo que não quis te acordar! Hoje é feriado, no começo da noite vamos sair. Um beijo Santana". ― Vamos sair! ― Imitei sua voz. Quem ele pensa que é para manda

