Oito

590 Words
Uzumaki Mayumi. - Onde estava? — Olho por cima do ombro encontrando Mito e penduro o casaco - Treinando. - São cinco horas da manhã. - Dormi em uma árvore. — Dou de ombros e ela ergue a sobrancelha - Está brincando, certo? - Não e mesmo que eu esteja, minha vida não é da sua conta. — Subo as escadas mas a voz dela me para - Arigatō, por relembrar Hashirama de comprar as fraldas de Hideki, não consegui sair hoje. — Eu senti vontade de sorrir mas não darei isso, eu não vou cair no papinho deles. Se eu posso sumir do mapa? Com certeza, mas onde mais eu buscaria informações sobre o atentado a Uzushiogakure do que aqui? E por obra do destino o hokage vai ser bem simpático comigo, ou então eu uso um genjutsu em algum shinobi. - Que seja. — Entro no quarto e fecho a porta indo em direção ao banheiro. Saudades de casa, de levantar e ter meu pai brigando por eu correr na escada ou chegar tarde em casa, saudades de kaachan cuidando de cada ferimento meu e saudades da comida dela. Eu sinto falta deles. {...} Olho para dentro do cômodo e meus olhos automaticamente brilham, tenho certeza disso, entro no cômodo olhando ao redor e sorrio colocando as mãos na boca ao mesmo tempo que fechava os olhos. Essa biblioteca é maravilhosa. Volto a minha postura antiga ao sentir a presença de outro chakra e me virei para a porta vendo Tobirama. - Não sabia que estava aqui. — Dou de ombros e ele se aproxima coçando a nuca. — Que bom que está, preciso de uma... Coisa. - Fale. - Técnicas de selamento. - Por que eu compartilharia segredos com você? - Olhos. — Aponta para os próprios olhos e sem saber o motivo meu rosto ficou quente nas regiões das bochechas. — Minha mãe era uma Uzumaki, você pode ou não ajudar? - Se eu disser não, vai pedir ajuda para quem? - Ninguém. Os sobreviventes sumiram do mapa... Por que não sumiu também? - Não interessa. — Enfio as mãos nos bolsos do casaco e caminho até o sofá que há no centro da sala me confortando no mesmo. — Mas vamos logo com isso. O Senju senta no sofá a minha frente e molhei os lábios analisando a postura dele, frio, sensato e com o semblante que deixa qualquer um assustado. Já sei por onde começar. {...} - Fique longe dela. — Izuna falou para Tobirama que parou de andar e se virou para ele. — Sabe que Mayumi é minha. - Estávamos treinando e pelo que eu saiba ela é livre para fazer o que quiser, comigo ou com outra pessoa pois você vai casar. - Fez o que nenhum de nós conseguimos, se afastou o máximo que pode dela para ignorar o que sentia mas agora está se aproveitando da fragilidade dela. - Frágil? Ela é uma mulher, doce como açúcar, forte como gelo e sabemos que quem toca nela não está vivo no segundo seguinte, diga o que quiser dela mas não a chame de frágil na minha frente. — Tobirama falou calmo porém seu semblante não mudou, se manteve vazio. — Mayumi não é a garota que você se apaixonou. A Uzumaki se manteve escondida ouvindo o que eles diziam e seu peito se aqueceu com a fala de Tobirama mas ela não podia recuar, ela precisava de vingança e laços novos é a última coisa que ela precisa para atrapalhar.
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