cap 2

1114 Words
CAP 02 LISA BENNETT LISA. Segunda feira. Saio cedo de casa chegou o dia da entrevista no centro da cidade. Estou andando pela rua olho para todos os lados o sinal luminoso estava aperto para que pudesse atravessar, pego o celular da minha bolsa para mudar a minha playlist e começo a atravessar a rua, e do nada sinto uma batida forte contra o meu corpo e quando percebo já estou no chão sem conseguir me mover, olho para a minha frente vejo um homem correndo ao meu encontro e consigo reparar em seus olhos. O homem se abaixa em cima de mim, e não consigo entender nada o que ele esteja falando, apenas percebo a movimentação dos paramédicos ao meu redor e acabo apagando. Acordo e olho para um teto branco e uma lâmpada fluorescente ligada em cima de mim, começo a entender o que houve comigo e me atento para o que estou sentindo, meu corpo está todo dolorido e o que mais me chama atenção e me faz entrar em pânico é não conseguir me mexer. Olho para o lado para chamar por uma enfermeira e reconheço o homem que tentou me prestar socorro na rua. -Oi, que bom que você acordou, vou chamar um médico para que ele possa ver como você está, estava ficando preocupado com você. - O homem fala, e fico confusa. - Me desculpe mais quem é você? - Pergunto quem ele é. - Prazer me chamo Dean Leon. - Ele se apresenta. - Sinto muito em te conhecer nessa situação. - Prazer Dean, me chamo Lisa sabe me dizer o que aconteceu, lembro apenas de atravessar a rua e o sinal estava verde para mim, não entendo o que aconteceu. - Não consigo realmente entender como fui atropelada. - Quero que me perdoe pelo ocorrido, não a vi o sinal fechado e acabei furando o sinal e quando vi a senhorita já estava no chão. - Ele parecia estar bem preocupado. - Eu quero lhe dizer que irei lhe ajudar em tudo que você precisa. - Olha só moço gostaria muito que fosse chamar o médico, preciso ir em uma entrevista de emprego. - Estava me cansando de ouvir os pedidos de desculpa dele. - Sei que a senhorita não deve estar intendo direito, mais lhe trouxe esse Buquê de rosas como um pedido de desculpas, sei que isso é pouco mais pode ter certeza que tudo que você precisa irei lhe ajudar. - O que vou fazer com um buque de flores, é cada ideia que homem tem. Ouço alguém bater na porta e um homem com um jaleco e uma prancheta nas mãos entra no quarto. -Bom dia senhorita Bennett, sou o Dr Donovan estou acompanhando desde quando deu entrada no hospital a dois dias pela manhã. Meu Deus estou aqui desde ontem pela manhã, fico pasma ao ouvir o que o doutor me diz. - Então senhorita o seu estado de saúde está estável, porém como o impacto da batida a senhorita terá que ficar um tempo usando cadeira de rodas, e irá ter que fazer muita fisioterapia para poder recuperar os movimentos de suas pernas. Como assim vou ter que usar cadeira de rodas, como vou pagar por fisioterapia mais posso me manter com o que ganho naquele lugar. - Então doutor é por isso que eu não sinto os movimentos de minhas pernas. Não acredito nisso. - Continuo em choque com o que o doutor me diz. Me viro pra Dean e esbravejo. - Isso tudo é culpa sua, você que não presta atenção por onde dirige, não era para estar aqui em um leito de hospital sem poder andar. - Eu irei cuidar de você, irei atrás dos melhores fisioterapeutas do país para você se recuperar 100%. - Ele fala sem pelo menos me perguntar o que acho ou se aceito a sua ajuda. - Pode ficar tranquilo doutor que ela terá os melhores profissionais para cuidar dela. - Eu não quero nada que venha de você, foi por sua causa que eu estou aqui hoje impossibilitada de mover sozinha. - Continuo brigando com ele. -Eu. não vou te deixar sozinha, eu vou cuidar de você, você querendo ou não. - Não adianta faça qualquer coisa agora, que ele vai insistir nessa loucura. Ignoro o que Dean me diz e me viro para o doutor que estava olhando para a nossa discussão. - Então doutor quanto tempo mais eu terei que ficar aqui? - Pergunto para ele. - Então dona Lisa, ainda ficará aqui por dois dias e amanhã mesmo aqui já dará início ao tratamento com os fisioterapeutas. - Fico frustrada com o que o Doutor me diz e bufo sem paciência. - Tudo bem doutor muito obrigada. - Digo sincera para ele. - Por nada Senhorita. Se precisar só chamar as enfermeiras, ou se sentir algo diferente. - O doutor sai do quarto, e eu fico revoltada com tudo isso. -Isso tudo é culpa sua, seu i****a. - Digo ao Dean. - Some da minha frente eu não quero nada que venha de você. Eu me viro sozinha. - Digo exasperada. Ele continuava me olhando, sentou - se na cadeira onde estava anteriormente e pegou o seu celular. - Eu não quero você perto de mim, some da minha frente seu i****a. - Acho que ele se faz de surdo. - Pode ficar brava comigo com todo direito, mas não irei sair daqui. Eu irei cuidar de você querendo ou não, daqui eu não saiu. - Que homem teimoso. - Tenho uma dívida com você e não irei me mover aqui até que você tenha alta e esteja totalmente recuperada. Cruzo meus braços na frente do peito e tento me concentrar no que está passando na televisão e ignoro ele completamente. - Irei pedir pro meu motorista buscar algumas coisas ficarei até o dia da sua alta, e comece aceitar que você irá comigo para minha casa, vou deixar que você descanse um pouco, precisa se recuperar e não pode ficar nervosa. - Irei pedir também para a enfermeira trazer seu lanche pois tenho certeza que está com fome, já que não comeu nada. - Ele se levanta e vai na direção a porta. - Vai e não volta mais, eu não te quero aqui, pode ir pro inferno seu i****a, na verdade eu não quero nada que venha de você. Eu vou te processar você pode ter certeza disso. - Digo nervosa. Mais esse i****a não se abala com o que eu digo e continua me olhando com cara de paspalho, odeio esse cara ele não se toca que eu não quero nada que venha dele.
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