EVA NARRANDO Que alívio ver o Ivan de olhos abertos. Conversamos e agradeci ao senhor por tamanha bênção, enquanto ouvia o policial dizer que pelo estado do carro eles pensaram que a vítima tinha sido fatal. Meu coração acelerou. — Pessoal, sei que todos estão felizes, mas o paciente precisa descansar e só poderá ter um acompanhante — O médico falou ao entrar no quarto. — Vocês podem ir, eu vou ficar aqui com o meu amor — Falei enquanto me sentava na poltrona e já o segurava nos braços. Meu cunhado se ofereceu para ficar, mas eu não vou arredar o pé. Acho que a irmã mais velha do Ivan não gostou de mim, ela ficava me encarando, me analisando o tempo todo. E eu bancando a Egípcia como se nada estivesse acontecendo. Fiquei com o Ivan , conversamos bastante, ele me contou sobre o divór

