A portinha abre e o sorriso da Dona Vera me recebeu. - Eu só consigo te trazer até aqui. - Eu estava do lado de fora do prédio e levantei sentindo cada nervo das minhas pernas protestarem pela posição que fiquei. - Dona Vera, muito obrigada. - Eu segurei as mãos da senhora e sorri. - Espero que você não seja mesmo uma criminosa. - O tom dela foi de uma graça leve e naqueles segundo eu vi a chance de ser honesta. - Estou fugindo de um criminoso. - Ela assentiu. - Preciso ir. Eu estava na parte lateral do prédio, e ali tinha apenas uma entrada de carros e uma saída de pedestres. - Quando for seguro, eu prometo te contar tudo. - Ela sorriu e eu coloquei os sapatos e depois sai em disparada em direção a saída de pedestres. Ainda tive tempo de olhar uma última vez e ver aquela senho

