Angelina Estava atordoada, limpava as lágrimas do rosto depressa com as mãos. Não queria que meu filho vê visse chorosa daquele jeito. Meu bebê não fazia ideia na l*ucura onde sua mãe veio parar e ainda o arrastou para isso. Sentia um peso sobre meus ombros, como se fosse desabar a qualquer momento. O sino do elevador finalmente toca, indicando que cheguei no meu andar. As portas se abrem e eu dou de cara com um homem. Ele é alto, tão alto que chegava a encurvar um pouco. Em seu rosto, havia uma cicatriz que chamava bastante atenção. Parecia que alguém tinha o rabiscado com um pedaço de vidro afiado. Ele vestia uma roupa de encanador, mas seus olhos me encarava bravamente. Era como se ele sentisse ódi* e aquilo me paralisou. - Então é verdade.- sussurrou para ele mesmo. O homem que e

