cap: 02 minha primeira vez . . .

2640 Words
Maju narrando . . . - Alice: SIMMMM! - disse sorrindo - Meu primo conhece o dono, tá tudo tranquilo - disse baixo - Maju: Eu não posso está aqui sua maluca, o meu pai - arregalei maior olhão - Alice: Não fala sobre seu pai, não fala o seu sobrenome! Apenas curta - eu sacudi a cabeça negativamente - Maju: Você é definitivamente doida! - Alice: Um pouco, mas - me encarou séria - Você prefere está aqui bebendo com sua melhor miga e zoando ou na sua casa de pijama, comendo brigadeiro e chorando? - Maju: Eu gosto de ficar em casa de pijama, comendo brigadeiro e chorando! - disse choramingando - Alice: Você não sabe de nada! - tapou minha boca O carro parou na metade do caminho pois o motorista disse que não subia mais, então nós descemos e a Alice foi praticamente me puxando pela rua e eu como sempre muito positiva. - Maju: Vai da merda, certeza que vai da merda! - Alice: Tá repreendido viu? Vai com essa energia negativa pra lá! - Maju: Eu tô sentindo no fundo da minha alma! - Alice: O fundo da minha alma tá doida pra te dá uma porrada, isso sim! - disse séria - Vamos lá, se você não curti nós vamos embora ok? - eu concordei Olha sinceramente, essa Alice era demais! Nós fomos subindo e parecia que nós nunca mais iríamos parar de subir, até que nós chegamos enfrente uma quadra, Alice saiu entrando, me puxando e estava LOTADO. Ela me puxou direto pro bar e eu comecei sentir um calor absurdo. - Maju: Meu Deus, isso aqui tá lotado! - ela sorriu - Alice: Tu tem que vê quando o baile é na rua! - riu - Esquece! - disse dançando - Vai beber o que ? - Maju: Cerveja! Bem gelada pelo amor - ela riu - Alice: Assim que se fala! - sorriu A Alice pegou cerveja pra mim, vodca com energético pra ela e então me puxou pro meio da quadra e estava tocando vários funks bons, nós começamos a beber, dançar, curti e por um momento eu esqueci até onde eu estava. Augusto Narrando . . . Aos três anos de idade meu pai biológico abandonou minha mãe e eu, sem um motivo, sem uma explicação, sem nenhum sentindo! Eu só lembro da minha mãe contar sempre a mesma história "ele saiu pra trabalhar e nunca mais voltou" e isso me causava uma revolta gigantesca porque podia entrar ano e sair ano, mas eu não entendia o porque ele tinha feito isso. Dois anos após ele ir embora, minha mãe conheceu meu verdadeiro pai (Peixoto) foi a melhor pessoa que poderia ter entrado nas nossas vidas, o Peixoto me tratou a vida inteira como um filho, ele e minha mãe me ensinaram sobre tudo nessa vida, sobre ser grato, ser humilde, amigo, parceiro, sobre ter responsabilidades! Sobre ser um homem... Eles só não me ensinaram a viver sem eles dois. Cerca de um ano atrás teve "operação" no Morro, a polícia invadiu a nossa casa e já chegou atirando e eles não pensaram nem na minha mãe, pois ela não tinha nada com isso, mataram ela a sangue frio! Eu só sobrevivi porque não estava lá e desde então, eu assumi o Morro e peguei como minha missão matar o cara que matou os meus pais. Isso se ele não conseguisse me matar antes, e essa era uma das brigas mais frequentes que eu tinha com a Pâmela (gerente do meu morro). - Pâmela: Tu ir pra esse baile hoje é está pedindo pra morrer! - eu sorri Guto: Passei o baile pra quadra filha, não precisa se preocupar! - ela ficou me olhando - Pâmela: Não preciso me preocupar? Tudo que eu mais faço nessa vida é me preocupar, pois você não me dá outra opção! - encarei ela - Guto: Eu tenho vinte e dois anos, sabe qual o tempo estimado de vida de um traficante? Trinta! Nos trinta, você morre ou vai presso e se passar disso, você é uma lenda! - ri - Pâmela: E você quer dizer o que com isso? - ficou me olhando - Guto: Não tenho medo de morrer - fiquei olhando pra ela - Eu já perdi tudo que eu tinha, morrer seria um alívio! - sorri - Te vejo no baile ? - peguei no queixo dela - Pâmela: Vou fazer sua segurança hoje idiota! - bateu na minha mão Além de gerente do meu Morro a Pâmela era uma grande amiga! E ela sim era a cabeça de todo o movimento, e eu dava era maior trabalho pra ela. Nós saímos de lá da boca, fomos pra quadra e quando nós chegamos estava lotada, eu fui direto pro camarote, peguei meu whisky e fiquei lá bebendo e observando o baile numa boa. - Tayná: Você tá com cara de quem está precisando de uma massagem? - disse no pé do meu ouvido e começou apertar minha nuca - Guto: E você vai me proporcionar esse momento de prazer? - ela sorriu - Tayná: Quando você quiser! - eu pisquei - Guto: Eu te chamo! - ela sorriu A Tayná deu um beijo no meu pescoço e então saiu de perto, eu continuei lá bebendo e curtindo na moral. "Pitbullzado loratcho bradock Sempre trajado, no bolso malote Consequentemente vai rolar um pente certo Tudo indica, essa noite vai ser foda Coisinhas daquelas mais pra frente, pique o brilho da corrente Pega a visão quando ela olha Vamo, vamo, vamo, vamo vamo, vamo, vamo, vamo vamo, vamo, vamo, vamo Chama ela pra fuder..." Fiquei lá vendo as gatinhas dançando e essas meninas perdiam muito a linha e eu adorava, eu estava lá observando e a Pâmela me olhou com aquela cara de repreensão, continuei lá na moral até que o Yago encostou do meu lado (moleque era parceirão). - Yago: E aí! - esticou a mão pra mim - Qual a boa de hoje? - apertei a mão dele - Guto: Hoje é só lazer! - sorri - Yago: Bora da uma volta ? Vou conhecer uma amiga da minha prima! - eu ri - Guto: E tua prima é gostosinha? - ele riu - Yago: Ah! É - eu ri - Guto: Então bora lá desenrolar! Nós descemos do camarote fomos conversando, até que o Hiago me cutucou. - Yago: Minha prima! - olhei pra frente Meu irmão, eu vi uma loirinha tão gostosa que eu não quis saber mais de p***a nenhuma e então ela olhou na nossa direção, sorriu e veio caminhando e eu fiquei admirando cada passando que ela estava dando. Alice narrando . . . Era muito difícil meu sensor de boy lixo falhar e o Pedro sempre foi um carinha que não me enganou. Mas o que eu podia fazer se minha melhor amiga era loucamente e cega apaixonada por ele né? Eu não podia fazer nada, e quando ele traiu a Maju eu simplesmente não fiquei supresa e por mim esse moleque podia se f***r, podia até morrer! Eu só não queria minha amiga sofrendo por causa dele e fim. Levei a Maju pro baile na intenção de apresentar ela pro meu primo e acabou que ela estava curtindo o baile horrores. Nós estávamos bebendo, dançando, curtindo e então meu primo começou mandar mensagem. Yago Barbosa → - E aí! Tua amiguinha já tá aí? - Alice Barbosa: Sim! Alice Barbosa: Mas por favor, não vem fazendo o tímido não tá ? - Yago Barbosa: Pode deixar! Kkkkkk - - Alice Barbosa: E faz um favor... - Alice Barbosa: Trás um amiguinho pra apresentar pra mãe - Yago Barbosa: Safada! Fim de conversa . . . Bloqueia o celular, coloquei no bolso e então encarei a Maju. - Alice: Meu primo tá vindo pra cá! - ela concordou - Maju: Ótimo! - eu sorri Nós duas continuamos lá dançando horrores e eu jamais vi a Maju tão solto (efeito da bebida certeza). "Eu já tô embrazada Olha só que coisa louca Eu já tô embrazada Olha só que coisa louca Eu vou passar, eu vou passar Com a linguinha na tua boca O novinho chapa quente A coisa vai ficar boa..." Nós continuamos lá dançando de boa, até que eu avistei meu primo e um preto Gato e cutuquei a Maju. - Alice: Meu primo chegou! - apontei prós meninos - Maju: Que preto! - disse sorrindo - Eu vou lá! - saiu andando - Alice: Maju, não! - ela nem escutou A Maju passou pelo meu primo direto, ele ficou sem entender, então ela foi pra cima do cara e eles saíram andando pro cantinho e meu primo parou do meu lado. - Yago: Tomamos no cu! - eu ri - ele confundiu ela com você! - Alice: Ela confundiu ele contigo também! - ele me encarou - Yago: Vamo se confundir também! - encarei ele - Alice: Se encherga Yago! - empurrei ele Maju Narrando . . . Quando a Alice me cutucou e falou "Meu primo chegou" eu olhei e só consegui encherga aquele preto gatissimo! Mas o cara era tão gato que eu cheguei ficar desnorteada. Não pensei nem duas vezes né e fui lá cumprimentar o tal "primo" daí eu parei na frente dele, ele me deu uma olhada que acabou comigo e então eu sorri. Maju: E aí! Posso te pagar uma bebida ? - ele sorriu Xxx: Só se eu puder pagar da segunda em diante! - eu sorri Maju: Ótimo! - nós saímos andando - Qual seu nome mesmo? - Xxx: Sou Augusto! Mas geral me chama de Guto! Você não me conhece ? - eu ri - Maju: Hummm! - fingi que tava pensando - Não! - ele riu - Sou Maria Júlia! Mas pode me chamar de Maju! - ele concordou - Guto: Pode deixar Maju! - eu sorri Nós fomos lá pro bar, eu peguei cerveja pra nós dois e então ficamos lá encostados conversando. - Maju: Lotado aqui né? - ele concordou - Guto: Tu tem que vê quando é baile na rua! - disse sorrindo - É o mundo se acabando! - Maju: Minha amiga que falou isso - eu sorri - Essa é a primeira vez que eu venho aqui! - ri - Na verdade, a primeira vez que eu venho pra um baile na vida! - ele sorriu - Guto: Então bem vinda Maju! - esticou a latinha pra mim - Porque a primeira vez a gente nunca esquece! - eu sorri e brindei com ele. - Maju: Nem a primeira vez que a gente é corno ? - ele riu - Guto: Nem isso! - disse rindo - Isso aí é karma! - eu ri Maju: E você já foi ? - ele sorriu - Guto: Já! Quando eu mais novinho, quem não foi, vai ser! - eu ri - Mas existe a teoria né? Só é corno quem é curioso! - eu me acabei de ri - Então é isso que te trouxe aqui ? - eu concordei - Maju: Pra vê se eu esquecia que tomei um gaia bonita! - ele riu - Guto: Agora ele é teu ex ? - eu concordei - Então ele é muito louco! - eu sorri sem graça - Que você acha da gente pegar mais umas cervejas e ir pra um lugar mais reservado ? - disse todo safado e sorriu Aquele sorrisinho aí ai, não tinha nem como falar "não" até porque eu não era nem louca de falar não. - Maju: Eu acho ótimo! - sorri - Ele pediu umas cervejas no bar, então eu mandei mensagem pra Alice dizendo que "já voltava", daí o cara colocou as garrafas em uma sacola e então entregou pra ele, nós fomos saindo de lá do baile e eu tive a impressão de uma boa galera olhar pra gente, mas dei importância, paranóia total! Daí nós saímos e então ele me encarou. Guto: Tem medo de moto ? - eu fiz negativo - Então partiu! - sorriu Nós fomos andando mais um pedacinho da rua, paramos enfrente maior moto bonita, ele subiu e então esticou a mão pra eu poder subir. Eu subi, passei a mão pela cintura dele e ele deu partida a todo vapor e o menino pilotava igual um desesperado cara, eu não queria nem vê como estava o meu cabelo! Daí nós chegamos, descemos da moto então ele abriu um portãozinho, fomos subindo maior escadaria até que chegamos em uma laje PERFEITA! E dava pra vê o morro todinho. - Maju: A gente pode ficar aqui ? - sorri - De boa? - ele concordou - Guto: Podemos! - sorriu - Quer comer alguma coisa ? - fiz negativo - Maju: Não, muito obrigada! - nós sentamos no sofázinho que tinha - Guto: Então Maria Júlia! - sorriu - Me fala mais de você! - eu sorri Maju: Putz! Acho que não tem nada de interessante pra saber ao meu respeito! - ele começou a ri - Quer dizer, eu sou uma excelente cantora de baixo do chuveiro! - ele começou a ri - Guto: Cantora de chuveiro é complicado! - eu comecei a ri - Mas depende do repertório! - Maju: Pagode! Sempre um pagodinho! - Guto: Aí sim você falou a minha língua - eu ri - Vou até desconsiderar que você é cantora de chuveiro! - eu sorri - Maju: c*****o! - disse olhando pra vista - Aqui é perfeito! - disse sorrindo - Coisa mais perfeita que eu já vi! - ele ficou me olhando - Guto: Vou ter que descordar - jogou meu cabelo pra trás - Por que eu tô olhando pra você agora! - eu sorri O Guto alisou meu rosto, daí ele foi passando a mão pela minha nuca devagarinho, entrelaçou as mãos pelo meu cabelo, puxou e então nós começamos a nos beijar. E caralho viu? Além de ser gato, o preto beijava muito bem, e não era aqueles beijos desesperado não sabe? Ele beijava bem devagarinho que chegava enlouquecer, nós ficamos nos beijando por maior tempão, ele foi passando a mão pelo meu corpo todo, até que segurou firme na minha cintura e então me puxou pra colo dele. Continuamos nos beijando, Guto foi passando a mão por dentro do meu vestido e então começou alisar minha bunda, daí ele começou da vários beijos pelo meu pescoço que eu fui ficando toda arrepiada! E então eu senti o p*u dele duro já e eu fiquei meio "nervosa" porque eu não fazia a mínima idéia de quem era esse garoto, mas eu também não conseguia e nem queria parar. Ele continuou dando uns beijos gostosos no meu pescoço, até que nós voltamos a nos beijar e então ele foi chegando meu vestido pra cima com a maior delicadeza, até que ele se livrou do meu vestido e me deitou no sofá, ele veio pra cima de mim, eu ajudei ele se livrar das calças dele e quando eu vi o p*u dele deu vontade de desistir. Juro! Mas logo ele veio pra cima de mim, voltou me beijar devagarinho que eu até esqueci, então ele começou passar o p*u pela entrada da minha b****a que eu me arrepiei até não aguentar mais, o Guto começou tentar meter bem devagarinho e que dor dos infernos viu? Tinha nada de "dor prazerosa" era dor e dor! Nós continuamos nos beijando, ele foi tentando, foi passando o p*u pela minha b****a bem devagarinho e então entrou, daí ele começou fazer um vai e vem bem devagarinho mesmo. Eu entrelacei as pernas pelo quadril dele, ele foi botando bem devagarinho e foi botando até meu fundo e eu comecei gemer baixinho no pé do ouvido dele . . .
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