Entro no táxi com Lisan, vamos até a casa dele, e assim que Lisan sai, ele aparece. Congelo sob o seu olhar gélido. Tento sair pela outra porta, mas ele agarra os meus pés e me puxa para seus braços. — Diga para soltá-lo! Exijo, porque ele o prendeu entre eles e estão tentando jogá-lo no porta-malas. Mesmo bêbada, ainda tenho um pouco de juízo e sei que Lisan está em perigo. — Me solta, seu filho da p*uta! Chuto e agito os meus braços em volta das suas costas, mas nada o detém. Cravo as minhas unhas na sua pele e finalmente consigo que ele me solte. — Se você encostar um fio de cabelo na cabeça do meu amigo, juro que vou te odiar para o resto da vida. — Mulheres não podem ter amigos. — EU POSSO, SEU DESGRAÇADO! EU TENHO AMIGOS! E VOCÊ NÃO VAI ME AFASTAR DELES, SEU FILHO DA PU*TA! Eu o e

