Bri, eu te amo e quero te proteger. Não quero que nada de ru*im aconteça com você. Sei que você acha horrível ficar presa, mas é o único jeito de você ficar segura. Entenda que ir embora agora, me abandonar, não é a solução. O telefone de Eduard tocou, uma ligação atrás da outra. Mas naquele momento, ele não tinha tempo para mais ninguém. Ele só queria convencer Bri a não ir embora, a ficar ao seu lado, porque ela era seu calcanhar de Aquiles, sua âncora, seu tudo. Sem ela, tudo o que estava por vir poderia desmoronar. — Por favor! Fique comigo! Ele implorou enquanto a puxava para perto, abraçando-a com ternura, o seu nariz roçando o dela, sentindo uma espécie de eletricidade percorrer o seu estômago, borboletas voando na sua barriga, o seu coração batendo descontroladamente. — Não me de

