08

833 Words
Pov. Wanessa Assim que Amy saiu de casa, lembrei que ela estava sem carro, e provavelmente teria que andar até a portaria. Imediatamente peguei meu celular e liguei para Rodrigo, o motorista particular do meu marido. E pedi para que ele fosse de encontro com Wanessa, até porque iria demorar muito para ela chegar na portaria se estivesse andando. Marcelo voltou para mesa, para terminar tomar seu café e eu fiz o mesmo. Sentados na mesa ficamos em um completo silêncio, eu não sabia o que falar, apenas pensava em Amy e o fato de não tela mais em meus braços. _Provavelmente ela deve estar me odiando agora! — pensava enquanto comia. _Amor… Acho que deveríamos tirar o dia de folga hoje para ficarmos juntos! Oque acha!-Marcelo perguntava enquanto tomava o café. _Não posso faltar do trabalho, eu sou professora esqueceu.-Respondi sem dar muita atenção. _Eles vão descontar do seu salário, apenas isso. E não sei porque continua dando aulas, você não precisa disso. Tem seu próprio dinheiro, tem sua empresa. Apesar de não ficar para administrar, ela está indo muito bem com seu irmão no comando. — Ele falou aumentando o tom de voz, para que eu desse mais (atenção). _Marcelo… Me escuta! Não quero ter essa discussão com você novamente!-Respondi grossa, mais ainda com meu tom de voz baixo — Amo meu trabalho, é por isso que eu o faço. Não por dinheiro e sim por amor. Não pense que só porque você voltou hoje,  eu vou parar a minha vida. _Ai está a Wanessa que conheço — Marcelo retrucou com tom irônico.-Achei mesmo que você estava, amorosa demais hoje, para ser verdade. _Na verdade foi por conta dá Amy que fui assim com você. Não queria que ela pensasse que vivemos brigando. Mas agora que voltou podemos conversar sobre, esses messes amais que você teve que ficar por lá. — Respondi o deixando sem reação, provavelmente ele estava me escondendo algo. _A Wanessa… v-você sabe… J-Já te expliquei umas mil vezes sobre o porquê que tive que ficar mais tempo — Ele falava gaguejando. Acho que por telefone era mais fácil mentir. E eu sabia que ele estava mentindo, porque essa gagueira repentina, só acontecia na hora dá mentira! _Sei… Só não fico para discutir com você, porque preciso passar na empresa, para ver como os negócios então indo. — disse me levantando dá mesa. E saindo em direção as escadas. Precisava me arrumar adequadamente para ir para empresa. Meu pai criou uma empresa de arquitetura e ‘design’, mas focado no mundo corporativo. Por conta disso decidir seguir o mesmo caminho de meu pai, até porque alguém tinha que ficar com os negócios de família. Meu irmão Pedro, fez administração e também entrou nos negócios de família, exatamente como meu pai havia planejado. Quando meu pai se aposentou deixou meu irmão que era mais focado no mundo corporativo na presidência, e eu fiquei como visse, por gostar mais de pôr a mão na massa. Decidi ingressar como professora de projetos em uma faculdade de Arquitetura, mas por conta do tempo que ficava livre sem ter muito oque fazer. Já estava casada com Marcelo nessa época, mas ele não parava em casa. Dar aulas foi uma maneira de passar o tempo longe dele. ***** _Eai maninho — disse tirando meu irmão Pedro, de sua extrema concentração, entrando em sua sala. Maninho literalmente foi um apelido sarcástico, meu irmão e eu não tínhamos um relacionamento muito bom. _Olha só quem voltou! Pensei que esqueceu que trabalhava aqui. Que bom que sua memória voltou! — Ele disse levantando de sua mesa e vindo até mim. _Eu sempre passo aqui! Para ver como estão as coisas. Fazer projetos. — Retruquei o cumprimentando. _Não essa semana! Vem senta aqui — Pedro me guiou até a cadeira em frente a mesa dele. _E aí me diz, como estão os negócios! — perguntei sentando na cadeira. _Otimo! Tá tudo ótimo por enquanto! Consegui fechar um contrato com a empresa Diamons. Eles querem nossos serviços. _Olha só! Senhor Pedro mostrando serviço. — rebati com ironia. Pedro sempre se gabava sobre sua capacidade. _Pelo menos alguém está mostrando serviço nessa empresa. Você parece que anda no mundo dá lua. _Ai Pedro, para vai! Faltei dá Empresa dois dias. _Ainda bem que papai me colocou no comando da Empresa. Se você estivesse aqui a empresa estaria falida. — Pedro era tão irritante às vezes. _Pedro, chega! Abaixa essa sua bola aí. Sabemos que sem mim essa empresa não seria nada. — falei me levantando, se eu ficasse mais um pouco na sala, essas farpas trocadas iriam literalmente virar uma discussão. _Eu te demitiria se fosse possível! É sério! Não admito que nenhum funcionário fale comigo assim. _Aposto que sim! Quem sabe um dia. — disse saindo dá sala o deixando sem direito de resposta. Fui até minha sala e comecei a trabalhar e rever alguns projetos que estavam programados para serem realizados esse ano. Tinha muita coisa para fazer.
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