Saí silenciosamente, a mente turva, um turbilhão de pensamentos me empurrando para frente. Mas m*l dei dois passos quando uma voz rouca e carregada de emoção cortou o silêncio da noite: — Helena! Meu corpo congelou. A voz era inconfundível. Thiago. Eu não queria olhar para trás, não queria enfrentar o que sabia que me esperava, mas seus passos acelerados vinham atrás de mim, decididos, implacáveis. Ele me alcançou perto da porta da frente, agarrando meu braço com uma força que doía, mas que eu não tive coragem de soltar. — Para onde pensa que vai? — sua voz era baixa, quase um sussurro, mas carregada de uma intensidade que me fazia estremecer. Eu respirei fundo, tentando controlar o choro que ameaçava escapar. — Thiago, eu não posso ficar aqui. Não assim. Não depois de tudo. — Minh

