O dia seguinte amanheceu carregado de lembranças do que tinha ocorrido no elevador. Sofia sentiu a pele ainda arrepiada, o calor persistente de cada toque e a provocação de Lucas ecoando em sua mente. Tentava se concentrar no trabalho, mas cada movimento de seu corpo lembrava-a do toque dele, da presença dele tão próxima e, ao mesmo tempo, tão controlada. Era uma tortura deliciosa, que misturava raiva, frustração e desejo em proporções iguais. — Sofia, você parece distraída — disse Rafa, aproximando-se com uma pasta de documentos. — Alguma coisa errada? Ela forçou um sorriso e balançou a cabeça, tentando disfarçar a confusão que sentia. — Nada, só estou... pensando em algumas fotos. Rafa arqueou a sobrancelha, percebendo que havia mais por trás da expressão dela. Mas decidiu não insist

