O dia começou mais silencioso do que o habitual. Ela entrou na empresa com passos firmes, tentando organizar a mente antes de enfrentar a tempestade que sabia que o aguardava. Mas, como sempre, ele estava lá, observando cada movimento, cada gesto, como se pudesse ler seus pensamentos. Ele surgiu atrás dela sem aviso, a presença imediata preenchendo o espaço. — Bom dia — disse ele, a voz baixa e carregada de malícia. — Está pronta para enfrentar mais um dia conosco? Ela respirou fundo, mantendo a postura, mas não pôde evitar que o corpo reagisse. — Sempre pronta — respondeu, tentando soar firme, apesar do turbilhão interno. Ele sorriu, o olhar penetrante. — Sempre pronta, mas sempre vulnerável. Durante a primeira reunião, ele se aproximou várias vezes, cada gesto calculado, cada toque l

