Ela se aproximou para pegar a bolsa, ele a puxou pelo braço sutilmente, mas firme: — Você tá linda…brava. — ele disse baixo, enquanto a puxava pela cintura devagar, como se temesse que ela fugisse de novo. Ela cruzou os braços, o evitando. — Não começa. Você foi muito babaca comigo. Ele a puxou para mais perto, a beijando nos braços, barriga. — Eu sei. Me desculpa. Tenta me entender, eu tomo remédios, até me adaptar, é fo.da. O olhar dele estava faminto, mas havia algo a mais ali, saudade, desejo e aquela pontinha de esperança, carência, que ela reconhecia bem. — Eu tô com saudade de você. De verdade. Não só do que a gente faz na cama… — A voz dele saiu firme. — Tô querendo tentar, gata. Ver se ainda tem chance pra gente. Ela desviou o rosto, fingindo que não sentiu nada. Mas s

