Capítulo 5

1049 Words
A festa atingiu seu ponto alto. Quando uma mulher dançava no pole dance, e logo outra, de lingerie, fazia um lap dance em Victor, se esfregando nele com total desinibição. Rayra observava a cena, cada vez mais chocada com a "p*****a" que presenciava. De repente, Victor se levantou, olhou diretamente para ela, e começou a caminhar em sua direção. Ela se levantou e entrou na casa, agindo com a maior naturalidade possível. Enquanto estava desesperada por dentro. No caminho, Victor parou para conversar com algumas pessoas, e Rayra, curiosa e querendo evitá-lo, subiu as escadas. Ela foi direto para o dark room, espiar o que acontecia. No caminho, encontrou duas mulheres se agarrando. Chegando no quarto, ele estava escuro, iluminado apenas pela luz que vinha do corredor. Ela entrou e foi direto para o balde de bebidas, vendo uma garrafa rosa que não conhecia. Leu o rótulo, abriu-a e começou a beber como se não houvesse amanhã. Em seguida, foi até a prateleira de s*x shops, pegou um perfume afrodisíaco e o aplicou no pescoço. De repente, ela levou um susto com a voz que soou na escuridão. Victor se aproximou por trás, curioso, sentindo o cheiro do perfume sensual que emanava do corpo dela. — Oi. Começou a festa sozinha? — Ele pegou a garrafa, quase vazia, e a balançou. — Você ainda não me presenteou, mesmo não tirando os olhos de mim. Rayra, apreensiva, manteve-se de costas, esticando a mão para lhe oferecer a taça cheia. — Toma. — ela disse, sem olhá-lo. — O centro das atenções é você, é impossível não te olhar. Já ganhou presentes demais. Ele, parado atrás dela, pegou a taça intrigado. — Não o suficiente. Mas tudo bem, em me negar algo no meu aniversário, o dia em que eu deveria me sentir especial. Rayra, gostando do perigo de ser reconhecida, riu. Ela pegou um par de algemas na prateleira à sua frente e estendeu a mão na direção dele. — Adoraria te fazer se sentir especial. Mas do meu jeito. Ele pegou as algemas, rindo, completamente envolvido no jogo. — E se não for o suficiente? — Tenho muitas opções hoje. E sou exigente. Ainda de costas, ela caminhou até a porta da varanda, puxando a cortina para que a luz iluminasse o quarto. Lentamente, de maneira provocativa, ela começou a descer o zíper lateral do vestido. — Coloque as algemas. E se deite. Presente a gente não escolhe. Ele largou a taça e caminhou até a cama. Rayra se aproximou, vestindo apenas lingerie, e se ajoelhou ao lado dele. — Deixa eu te ajudar, aniversariante. — Ela tirou a camisa dele, beijando seu pescoço e as costas, e prendeu as mãos dele na cabeceira de ferro da cama. Enquanto o prendia, ela se encostou levemente no corpo dele. Victor sorria, olhando para ela. — Você e eu já ficamos? Rayra se afastou e foi até a porta do quarto. — Não. Eu sou especial demais, um presente inédito. — Ela fechou a porta e voltou, subindo na cama e acariciando as pernas dele. — Quantos anos você vai fazer? — Trinta. — ele respondeu, e perguntou a idade dela. Rayra abriu a calça dele, beijou seu abdômen e passou o cabelo pelo corpo dele, deixando-o ansioso. — Não vamos falar sobre mim. A noite é toda sua. Vou te dar apenas um beijo, por cada ano de vida. Trinta beijos e nada a mais. Ela tirou a calça dele e mordeu sutilmente a ereção dele por cima da cueca. — Eu não beijo sem sentimentos. Para não correr o risco de desenvolvê-los inutilmente. — Mas você merece uns beijinhos. Aproveite o presente. Ele começou a rir, achando-a muito diferente das mulheres do meio liberal que conhecia. — Ah, não, trinta? São poucos. Eu adoro beijar, muito. Rayra, enquanto o tocava e o masturbava, beijando a barriga e o abdômen dele. Respondeu: — É? Também gosto. Mas, infelizmente, não é um luxo que posso me permitir ter uma boca amiga. — P.au amigo é fácil. Victor estava deitado, adorando as carícias dela. Intrigado, ele perguntou: — Por que não? Ninguém realmente se apaixona pelo beijo. Isso é bobagem. O sexo é mais importante que o beijo. E o que realmente apaixona é a convivência, a afinidade. Soltinha pela quantidade de bebida que havia tomado, Rayra riu e tirou a cueca dele. — Todas essas coisas que nunca vão acontecer entre nós. Ela subiu em cima dele, vestindo apenas a calcinha e sutiã, roçando sua int.imidade no p.au dele, sentindo-o duro. Em seguida, ela se abaixou e beijou o pescoço dele, sussurrando em seu ouvido. — Posso te beijar, te devorar, e até conviver com você. E nunca vamos nos apaixonar, pelo menos não ao mesmo tempo, em sintonia. Ela passou a boca sutilmente pela dele, roçando os lábios. — Você deve ser um grande safado, cafajeste. Não é? A julgar pelo seu aniversário. Ele tentou beijá-la, mas ela se afastou, provocando-o. Ele sorriu, achando-a muito singular. — Sou obrigado a concordar. Já tive muitas desilusões e, realmente, acho impossível me apaixonar. Rayra sorriu, um sorriso pensativo que não chegava aos olhos. — Vamos fazer terapia ou t*****r? ​Ela chupou sutilmente a boca dele: — Também já sofri, muito. Perdi a minha vida toda, já passei mais tempo em relacionamentos do que sozinha. — Acredito que os homens amam de uma maneira diferente, isso em sua minoria. — disse ela, aproximando-se ainda mais. A distância entre os dois era mínima agora. — Porque, pra mim... quase não amam. — ela sussurrou. ​Em um movimento lento, ela se aproximou, tirando o sutiã e revelando os s***s. A tensão entre eles era imensa, mas ela continuou. — Vocês só amam o que têm como benefício no momento. E, a partir do momento que perdem isso, o interesse acaba. ​Victor riu, tentando beijá-la. — Discordo. Já conheci mulheres exatamente assim, até piores. — Porque eu tenho a leve sensação de que você vai me torturar e me largar na vontade? — ele perguntou, com a voz carregada de uma ansiedade crescente. ​Rayra riu, um som melódico e sedutor. Ela se moveu, colocando os sei.os no rosto dele, fazendo-o chupar. — Depende. — Go.zar sem penetra.ção é uma tortura, para você?
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