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Entrei na casa de Bruno e subi pro quarto dele mas nao o achei lá, sentei na cama e comecei a chorar. Mas era uma forma de eu me livrar daquela raiva que eu sentia por todas as coisas q ouvi da minha própria mãe.  Deitei lá e acabei dormindo de tanto chorar. (...) Acordei no susto sendo remexida na cama, vi Bruno. - morena, tu ta bem?- ele perguntou.  - sim. - eu disse sentando na cama e abaixando a cabeça.  - ta com cara de que chorou muito em. - era de raiva. - oq deu? - briguei com a minha mae.  - hum. Pq? - ela disse q vc nunca vai me assumir. E que vc era um assassino pq segundo ela, vc matou meu pai.  - pera ae, eu matei um e********r tu mermo disse q n era teu pai. - e nao era.  - e sobre te assumir, eu nao quero ir rapido demais. Da primeira vez nao deu certo e eu sei

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