E lá estava eu, mais uma vez, naquele corredor sombrio, mergulhado na escuridão opressiva. Meus batimentos cardíacos ecoavam em meus ouvidos, cada pulsar parecia um sinistro presságio. Com os olhos fixos no caminho à minha frente, finalmente reconheci o local. Ao meu lado, repousava uma mesa de madeira antiquada, adornada por um pequeno castiçal dourado. Sem hesitar, ergui o objeto e avancei cautelosamente pelo corredor, um traço tênue de segurança forjado em minha mente. "É apenas um sonho, não é real", pensei, tentando me convencer. — Certamente, estou na minha própria casa. Mas como não reconheci este lugar antes? — Falei em voz alta, numa tentativa de afastar o pavor que me envolvia. Enfim, alcancei o fim do corredor e, abrindo a porta com vagar, deparei-me com Sarah. Ela não podia m

