P.o.v. Arthur Chegando na frente da casa de meus pais, respiro fundo e vou direto ao escritório deles. Dei uma batidinha na porta e entrei sem muita cerimônia, sabendo que eles já teriam percebido minha presença desde que cheguei em casa. Afinal, eles são os mais fortes que conheço e seus sentidos são ótimos. Dentro do escritório, minha mãe estava sentada à mesa, mexendo em alguns papéis, e meu pai, Ryan, estava concentrado no computador. Ao entrar no escritório, minha mãe levantou os olhos dos papéis e sorriu ao me ver. — Arthur! Que surpresa agradável! Como vai, querido? — ela disse, levantando-se da cadeira para me abraçar. — Oi, mãe. Oi, pai — cumprimentei-os, retribuindo o abraço de minha mãe. Meu pai, Ryan, virou-se na cadeira, com um sorriso curioso. — Arthur, filho, faz temp
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