Mestre narrando Abri o relatório de novo, Mano, porr@. É ela. Fiquei uns segundos só encarando a tela do celular, como se meus olhos tivessem bugado. Mas não, era ela mesmo, a Júlia. Minha Júlia. Na mesma hora levantei da cadeira, peguei a chave do carro e fui direto pra casa da minha coroa. Cheguei calado, sem fazer barulho nenhum. Entrei pela cozinha, passei direto pro corredor e quando virei pro lado da sala. Júlia tava lá, sentada no sofá, ajudando minha filha na tarefa. Cena bonita de se ver, confesso. No meio daquela paz toda, ela me viu, sorriu e cochichou alguma coisa pra Melissa. Minha pequena largou o caderno e veio correndo até mim. Peguei ela no colo, abracei forte e dei um beijo no rosto. Quando olhei pra Júlia de novo, ela ainda sorria. Porr@, parecia que ela tava gosta

