— Ia mesmo matar ela? — perguntei me recordando do ódio que ele tinha nos olhos quando segurou o pescoço dela. — Ia não. Eu vou. — Foi sua resposta direta. Ele passeava os dedos por cada marca que o vidro do carro fez em meu rosto. Eu tinha o rosto dele pra admirar e reparar que mesmo com a cicatriz, ele ainda conseguia mostrar algo em suas feições. Sabe o que tinha de errado comigo? Eu pedia a todo momento que minha vida fosse um pouco mais interessante. Eu tinha uma lista de coisas que eu pretendia fazer antes da morte, como por exemplo, não morrer virgem. Achar “O” cara. t*****r com a periquita nos dois modos, peluda e raspada. Fazer uma loucura. Sorrir no impossível… Coisas assim… Iron devia ser denominado o demônio odiado. Eu posso culpar ele a todo instante por eu estar aqui, ma

