Quando entrei naquela boate à procura de uma bolsa de sangue humana, a loira me chamou a atenção. Não foi apenas pela aparência, mas pelo cheiro. Estava nítido que ela era uma loba, mas não fedia a cachorro como os lobisomens comuns; era um aroma que me deixava louco e, ao mesmo tempo, encantado. Quando a toquei, percebi que não era ela em si que me atraía, mas o que estava dentro dela. Acordar naquela sala e me ver cercado por meia dúzia de vira-latas foi um golpe no meu ego. Caí direitinho no truque de um r**o de saia; minha irmã vai me zoar por um século por isso. Logo eu, um vampiro experiente, enganado por uma loira em uma moto. Nos primeiros socos, percebi a conexão: o feto podia sentir minhas dores. Mas a loira continuou caladinha, como se nada estivesse acontecendo. Então, em v

