capitulo:14-Anika POV

923 Words
Depois que Dario saiu do meu quarto, fiquei a tarde toda pensando no que eu iria fazer. Eu tinha tantas coisas na minha cabeça: eu queria me vingar de minha meia-irmã Thayssa, saber o que realmente aconteceu com o meu pai e o que a Deusa da Lua quis dizer com ele nunca ter chegado até ela, e por que eu fiquei sem meu lobo todos esses anos. E agora, eu tinha três companheiros para lidar. ​Fiz minhas refeições no quarto para evitar encontrar os Alfas. Quando finalmente anoiteceu, eu estava me preparando para dormir quando senti o cheiro de damasco. ​Em seguida, ouvi uma batida na porta. Mesmo sem abrir, eu já sabia que era um dos meninos batendo. Esperei um momento antes de abrir, quando outra batida soou. ​Saí da cama e fui até a porta. Respirei fundo e abri, vendo Damian. Seu olhar estava diferente, parecia estar com raiva. Sua mão estava machucada e, quando ele me pediu para entrar, percebi que ele não estava bem. Como somos companheiros, eu sabia que ele estava precisando de mim para se acalmar. ​Eu fiquei preocupada com seu estado, mas como dizer que, apesar de fingir não ter sentido nada, eu os amava porque eles eram meus companheiros? ​Limpei seu machucado e deixei ele dormir comigo, depois de ter jurado que não faria nada. Mas, dessa vez, quem não estava conseguindo se controlar era eu. ​Estava muito difícil controlar Rose e o desejo que meu corpo sentiu quando ele me envolveu em seus braços. A sensação era de estar em casa. Eu tive a necessidade de falar que eu aceitava eles como companheiros, mas eu travava. ​Respirei fundo e fechei meus olhos, tentando me concentrar em dormir, mas senti algo duro nas minhas costas. Ele estava e******o, mas não tentava nada. Fiquei surpresa pelo seu autocontrole e por como ele estava conseguindo, ao contrário de mim, que podia sentir minha excitação molhando minha calcinha. Rose ficava repetindo a todo instante que queria seu companheiro, me fazendo perder o único fio de controle que eu tinha. ​Eu me virei e vi aqueles olhos verdes me olhando com desejo. Aproximei-me e o beijei. No mesmo instante, Damian me puxou contra ele, num beijo gentil e apaixonado, bem diferente do Dario, que era selvagem e urgente. ​"Vai me aceitar, Anika?", perguntou ele entre meus lábios. ​Eu concordei com a cabeça. ​"Palavras, Anika. Quero palavras," sussurrou ele com a voz rouca no meu ouvido, enviando ondas de arrepios pela minha espinha. Fechei meus olhos, tentando não travar novamente. ​"Sim... eu aceito," finalmente consegui falar, sem sair correndo outra vez. ​Seus lábios esmagaram os meus novamente. Ele se sentou na cama e me puxou para o seu colo. Pude sentir sua ereção dura contra meu quadril. Ele levantou minha camisola para cima, jogando-a pela cabeça e me deixando somente de calcinha. ​Seus olhos me observaram como se estivessem gravando cada parte do meu corpo. ​Suas mãos encontraram um dos meus s***s enquanto ele chupava o outro, e ondas de prazer percorreram minha espinha, me deixando excitada. Seus lábios desceram, roçando em minha barriga e deixando pequenos beijos. ​Ele traçou o caminho por uma de minhas pernas e pelo interior da minha coxa, deslizando minha calcinha pelas minhas pernas e jogando-a no chão. ​Ele passou os dedos nas minhas dobras antes de finalmente alcançar meu núcleo com a boca. Eu ofeguei, agarrando o lençol com as mãos. Sua língua explorou minhas dobras, antes de ele brincar com meu c******s, e finalmente, chegando onde ele queria: a minha entrada. Meu corpo se contorceu, e eu soltei um gemido alto. Sua língua trabalhava para me satisfazer entre lambidas e sucção, com movimentos rápidos e firmes. Ele introduziu um dedo dentro de mim, enviando ondas de prazer pelo meu corpo. ​Eu estava nas nuvens quando ele retirou o dedo e se afastou. Eu protestei quando ele parou, mas ele puxou sua calça de moletom para baixo e depois sua cueca branca, revelando seu m****o duro e grande. Eu engoli em seco, nervosa. ​Ele deslizou de volta para cima de mim e me beijou novamente. ​"Não vou te penetrar, vou somente proporcionar prazer para ambos," ele disse. ​"Melhor não, Damian. E-eu... hum... sou virgem," falei, envergonhada, e ele sorriu satisfeito. ​"Anika, pode confiar em mim. Não irei tirar sua virgindade." ​"Está bom." ​Ele se posicionou em cima de mim e colocou a cabeça de seu m****o na minha entrada, empurrando alguns centímetros. Eu gritei de dor, mas ele me beijou e estimulou meu c******s com o dedo, substituindo a dor por prazer. ​Ele não empurrou tudo, somente a ponta de seu m****o, entrando e saindo com movimentos lentos. No começo, era desconfortável, mas depois ele começou a fazer movimentos mais rápidos e me fez sentir sensações que nunca havia sentido antes. ​Eu gemia e ofegava até atingir o clímax. Meu orgasmo desencadeou o dele, e seus lábios roçaram meu pescoço. Pude sentir seus caninos. Ele queria me marcar. ​Eu retirei meus cabelos para deixá-lo fazer o que tinha em mente. Então, ele cravou suas presas no meu pescoço, me marcando. ​Pude sentir algo diferente, como correntes elétricas correndo em minhas veias, uma sensação única de algo finalmente despertando dentro de mim. ​Damian repousou a testa na minha, me olhando nos olhos. Eu sorri, feliz, mas escutamos seus irmãos gritando e batendo forte na porta.
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