Ouvir Dario perguntar se eu iria saciá-lo fez meu sangue ferver. Meu corpo entrou em chamas, desejando descontroladamente sentir cada centímetro dele dentro de mim.
— Fique de joelhos, Anika — ele pediu, a voz rouca e baixa, enquanto mordia o lóbulo da minha orelha, disparando arrepios por toda a minha espinha.
Ajoelhei-me, mantendo o contato visual intenso, sem desviar por um segundo sequer.
— Quero sentir sua boca em mim — ele ordenou, abrindo a calça. Engoli em seco diante da visão de sua virilidade pulsante à minha frente.
— Dario... eu nunca fiz isso antes — confessei, com a voz falha.
— Apenas sinta, Anika. Use a língua, os lábios... sem pressa e sem usar os dentes — ele explicou, os olhos escurecidos pela expectativa.
Segurei-o com uma das mãos, sentindo o calor de sua pele. Passei a língua pela extremidade, devagar, e o gemido baixo que escapou dos lábios de Dario foi o incentivo que eu precisava. Comecei a explorá-lo, alternando movimentos rítmicos com as mãos e a boca. Dario segurou meus cabelos e jogou a cabeça para trás, entregando-se ao prazer. Encorajada, envolvi-o com mais profundidade, usando a língua para provocá-lo até que seus gemidos se tornassem altos e urgentes.
— Mudei de ideia... quero estar dentro de você — ele rosnou, segurando minha mão e me ajudando a ficar de pé.
Dario me prensou novamente contra a porta. O impacto foi suave, mas a urgência era bruta. Suas mãos agarraram a gola do meu top de academia e, com um movimento firme, rasgaram o tecido ao meio, deixando meus s***s expostos ao ar frio e ao seu olhar voraz. Ele parou por um instante, memorizando cada detalhe, antes de segurá-los com as duas mãos e levar um deles à boca. A sensação disparou um choque direto para o meu baixo ventre, me fazendo ofegar.
Uma de suas mãos deslizou pelas minhas costas e desceu com um tapa estalado na minha nádega, massageando o local logo em seguida. O contraste entre a dor leve e o carinho possessivo fez minha i********e pulsar. Ele me guiou até a cama e me posicionou em seu colo, entrando em mim de uma vez enquanto esmagava seus lábios nos meus em um beijo sedento.
Sem que eu percebesse, já estava cavalgando sobre ele, gemendo descontroladamente enquanto nossos corpos suados se colavam. Dario deslizou a mão por entre nossas peles, estimulando meu c******s com movimentos rápidos. O prazer foi tão avassalador que não demorei a chegar ao clímax, desfazendo-me em espasmos sobre ele.
— Agora é a minha vez. Fique de quatro para mim — ele ordenou, virando meu corpo com uma facilidade impressionante, como se eu não pesasse nada.
Apoiei-me nos joelhos, empinando o bumbum para ele. Senti o m****o dele entrar com uma lentidão deliberada, torturante, antes de ele estabelecer um ritmo frenético. Perdemos a noção das horas. Transamos uma, duas, três vezes, como se o mundo lá fora não existisse e o amanhã fosse apenas uma promessa distante
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