Capítulo:61-Anika POV

514 Words
​Ouvir Dario perguntar se eu iria saciá-lo fez meu sangue ferver. Meu corpo entrou em chamas, desejando descontroladamente sentir cada centímetro dele dentro de mim. ​— Fique de joelhos, Anika — ele pediu, a voz rouca e baixa, enquanto mordia o lóbulo da minha orelha, disparando arrepios por toda a minha espinha. ​Ajoelhei-me, mantendo o contato visual intenso, sem desviar por um segundo sequer. ​— Quero sentir sua boca em mim — ele ordenou, abrindo a calça. Engoli em seco diante da visão de sua virilidade pulsante à minha frente. ​— Dario... eu nunca fiz isso antes — confessei, com a voz falha. ​— Apenas sinta, Anika. Use a língua, os lábios... sem pressa e sem usar os dentes — ele explicou, os olhos escurecidos pela expectativa. ​Segurei-o com uma das mãos, sentindo o calor de sua pele. Passei a língua pela extremidade, devagar, e o gemido baixo que escapou dos lábios de Dario foi o incentivo que eu precisava. Comecei a explorá-lo, alternando movimentos rítmicos com as mãos e a boca. Dario segurou meus cabelos e jogou a cabeça para trás, entregando-se ao prazer. Encorajada, envolvi-o com mais profundidade, usando a língua para provocá-lo até que seus gemidos se tornassem altos e urgentes. ​— Mudei de ideia... quero estar dentro de você — ele rosnou, segurando minha mão e me ajudando a ficar de pé. ​Dario me prensou novamente contra a porta. O impacto foi suave, mas a urgência era bruta. Suas mãos agarraram a gola do meu top de academia e, com um movimento firme, rasgaram o tecido ao meio, deixando meus s***s expostos ao ar frio e ao seu olhar voraz. Ele parou por um instante, memorizando cada detalhe, antes de segurá-los com as duas mãos e levar um deles à boca. A sensação disparou um choque direto para o meu baixo ventre, me fazendo ofegar. ​Uma de suas mãos deslizou pelas minhas costas e desceu com um tapa estalado na minha nádega, massageando o local logo em seguida. O contraste entre a dor leve e o carinho possessivo fez minha i********e pulsar. Ele me guiou até a cama e me posicionou em seu colo, entrando em mim de uma vez enquanto esmagava seus lábios nos meus em um beijo sedento. ​Sem que eu percebesse, já estava cavalgando sobre ele, gemendo descontroladamente enquanto nossos corpos suados se colavam. Dario deslizou a mão por entre nossas peles, estimulando meu c******s com movimentos rápidos. O prazer foi tão avassalador que não demorei a chegar ao clímax, desfazendo-me em espasmos sobre ele. ​— Agora é a minha vez. Fique de quatro para mim — ele ordenou, virando meu corpo com uma facilidade impressionante, como se eu não pesasse nada. ​Apoiei-me nos joelhos, empinando o bumbum para ele. Senti o m****o dele entrar com uma lentidão deliberada, torturante, antes de ele estabelecer um ritmo frenético. Perdemos a noção das horas. Transamos uma, duas, três vezes, como se o mundo lá fora não existisse e o amanhã fosse apenas uma promessa distante .
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