A porta do apartamento de Theo se fechou atrás deles com um clique suave, mas para Olívia, o som parecia a confirmação de que nada mais seria o mesmo. O ar estava carregado de eletricidade, e cada célula de seu corpo vibrava com a consciência do que estava prestes a acontecer. Theo não hesitou. Assim que ficaram a sós, ele se aproximou, os olhos intensos como chamas escuras. Sua mão deslizou pela cintura dela, puxando-a para mais perto. O coração de Olívia martelava no peito, e ela sentiu sua respiração acelerar quando os dedos dele roçaram sua pele, mesmo através do tecido fino de seu vestido. "Você pode me dizer para parar agora, e eu paro", ele murmurou, a voz baixa, grave, um convite e um desafio ao mesmo tempo. Olívia sabia que esse era o momento de recuar, de manter sua sanidad

