Destiny
Me sento no sofá e respiro fundo, simplesmente esperando os diálogos preocupados deles em 3...2...1
— Graças a Deus! – Freya disse.
— Acho que Deus não tem nada a ver com isso irmã. –Elijah disse. — Como se sente sobrinha?
— O de sempre. – Digo. — Fome.
— Ela precisa de sangue, Kol traga uma das empregadas. – Elijah disse e Kol obedeceu.
— Ah sobrinha, fico muito feliz que esteja bem. A gente ainda nem teve chance de ir fazer compras juntas. – Rebekah diz animada.
— Rebekah, ela acabou de voltar dos mortos. Espera pelo menos um pouco para levá-la as suas loucuras. – Hayley diz.
Enquanto eles conversavam, Klaus não conseguia olhar pra mim, talvez ele se sinta culpado por eu ter morrido. Mas a culpa não é dele, eu escolhi salvar a Hope, e morri no processo.
E por falar nisso, cadê a Hope?
— Aqui, bebê isso. – Kol aparece e estica o braço de uma das empregadas.
Eu o mordo e sinto uma sensação incrível, tudo estava ampliado, a dor a alegria a raiva e todos os outros sentimentos. E aquele gosto, era estranhamente bom. havia uma voizinha na minha cabeça mandando eu parar, mas eu decidi a ignorar, não ligava se iria drenar todo o sangue daquela mulher, eu só queria mais.
— Ei, Destiny já tá bom. – Kol tenta me afastar da mulher mas eu o empeço e corro com ela até uma parede e mordo o seu pescoço.
Começo a sentir a vida dela saindo do corpo e logo ela cai morta tô chão, eu me viro pra eles e limpo minha boca com a manga da camiseta. Enquanto eles me olhavam, um pouco chocados e Talvez preocupados.
— Você tá bem? – Klaus me pergunta.
— Estou ótima. – Respondo com um sorriso e eles ainda me encaravam. — Qual é, ela não é a primeira pessoa que eu matei. Vida que segue.
— Tá, ótimo. Outra Psicopata pra família. – Hope diz aparecendo do nada. — Como se já não tivéssemos o suficiente.
— Hope! – Hayley a repreende.
— Um "Obrigada Destiny, por salvar minha vida e morrer no processo" se encaixaria bem agora. – Digo.
— Mas é claro. Obrigada Destiny, por salvar minha vida e morrer no processo. – Ela diz com Sarcasmo e eu reviro os olhos, qual o problema com essa garota?
— Tá, eu entendi. Você não quer uma irmã, mas tudo bem, porque eu também não quero, mas se tratar com gentileza não iria fazer tão m*l. – Digo.
— Tudo bem minha rainha, tudo que a senhora desejar. – Eu respiro fundo e tento me acalmar, porque não tô afim de fazer barraco agora.
— O que é isso? Inveja por eu ser a rainha do Sobrenatural? Ou simplesmente a chatice faz parte da personalidade? – Falo já perdendo a cabeça.
— Eu simplesmente não quero uma irmã. – Ela fala. — Vivi muito bem sozinha todos esses anos, nunca precisei de você.
— Engraçado que precisou de mim mais cedo, pra salvar sua vida. – Falo.
— Que não estaria em perigo se você não tivesse por aqui! – Ela grita.
— Acha que eu queria estar aqui? – Pergunto. — Eu tinha Beacon Hills inteira pra mim, Amigos, Família e tudo que eu quisesse, na hora que eu quisesse. Eu nunca pedi pra conhecer vocês!
— Então o que ainda está fazendo aqui? – Ela grita.
— Tem razão. – Abro um portal no meio da sala, mas por conta do meu estresse ele começa a sugar as coisas para dentro dele.
— SE SEGUREM EM ALGO, ELE JÁ DEVE PASSAR! – Freya grita e todos obedecem menos eu, nesse instante eu queria ser levada pra qualquer lugar longe daqui.
Como eu não me segurei o portal me levou, e eu pude ouvir todos gritando antes de ser engolida por inteiro.
— Que se f**a. – Hope grita e se solta da parede sendo sugada para dentro do portal também.
Nós duas caímos no chão, e vemos o portal se fechar atrás de nós. Ótimo, presa em um lugar desconhecido, com a pessoa que mais me odeia no mundo!
— Pra onde mandou a gente? – Hope Pergunta.
— Não faço a mínima ideia. – Digo observando o local, era uma estrada de areia com algumas árvores em volta.
— CUIDADO! – Um cara em um cavalo branco quase nós atropela, mas freia bem perto da gente. — As senhoritas estão bem?
Ele desce do cavalo, com uma roupa um tanto estranha.
— Estamos sim, poderia dizer onde estamos? – Hope Pergunta educadamente.
— Estamos na floresta encanta... Ah Deus, isso é sangue da manga da sua blusa? – Ele pergunta assustado.
— Sim, mas não é meu. – Digo para o tranquilizar mas ele se assusta mais ainda. — Nosso cavalo se machucou e fugiu quando fomos tentar ajudar.
— Você ia dizer floresta encantada? – Hope Pergunta e ele assenti.
— Não são daqui né? Notei pelas roupas. – Ele diz. — Sou o príncipe encantado, mas podem me chamar de David.
— Príncipe? – Pergunto um pouco confusa e ela assenti.
— Sou a princesa Hope Mikaelson e essa é minha irmã mais velha, a Rainha Destiny Mikaelson. – Hope diz e eu semisserro os olhos.
— Vossa alteza e vossa magestade, é um prazer conhecê-las. – Ele diz. — Vieram de que reino?
— New Orleans. – Hope responde debochando mas ele não nota e eu reviro os olhos.
— Nunca ouvi falar. – Ele diz.
— É um reino pequeno, poucas pessoas conhecem. – Entro nas mentiras da Hope e ele sorri parecendo acreditar.
— A onde vocês estavam indo, Antes do cavalo fugir?
— Cavalo? – Pergunto e Hope me dá um cutucão. — Ahh sim, o Kol. Ele nos levaria para o castelo da rainha.
— Que coincidência, estava cavalgando pra lá agora. – Ele diz. — Aceitam uma carona?
Eu e Hope se olhamos e assentimos, o que demais esse príncipe ia fazer, somos tribidas
Subimos no seu cavalo e cavalgamos até o castelo da Rainha. Nem sei porque estamos indo lá, só foi a primeira coisa que veio na minha cabeça.
Quando chegamos o príncipe no levou até um tipo de sala do trono, onde vimos uma linda mulher lá, que presumo ser a Rainha.
— Branca, essas são a Rainha Destiny e a Princesa Hope. – Ele explica. — Elas disseram que queriam ver a rainha.
— Ah. – Ela diz parecendo surpresa.
— Branca de Neve? – Pergunto e ela assenti.
— Vem, vamos te levar pra conhecer a Rainha. – Ela nós leva para algum lugar, no qual não contestamos nem nada. Por que bem, era a Branca de Neve.
Chegamos em um calabouço, e aí a gente começou a desconfiar. Quando iria dizer algo, ela prendeu correntes mágicas nas minhas mãos e o príncipe nas da Hope. E o portão do calabouço se fechou.
— A Regina não é a Rainha. – Ela diz autoritária. — O reinado de terror dela logo acabará!
— Não! Espera! – Hope grita se agarrando nas grades mas sem resultado. — Perfeito.
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