Destiny
Eu não deveria estar fazendo isso, eu sei. Mas meu corpo nunca obedece minha mente e eu não iria conseguir parar. Mesmo sabendo que isso é errado.
— Aí Deus! – Ouço Hope dizer e derrubar alguma coisa no chão.
Pelo barulho, nós se separamos e eu fiquei nervosa, se ela contar pra alguém. Vai dar muita m***a, tio Peter mata ele.
— Hope espera. – Kol disse mais ela saiu de lá, antes de ouvir alguma coisa.
Olhei para o Kol, e depois fui atrás da Hope, ela andava bem rápido então tive que seguir ela subindo as escadas.
Quando ela estava prestes a entrar no quarto, eu seguro a porta evitando que ela a feche, e entro no quarto dela fechando a porta atrás de mim.
— Silentium. – Faço um feitiço de silêncio, gesticulando com a mão, e logo me viro para encarar a Hope. — Temos que conversar.
— Olha, eu não sei exatamente o que eu vi. – Ela fala. — Sabe eu até sei, mais isso não é da minha conta. Quer pegar o nosso tio, beleza. Eu não ligo.
— Hope, por favor. Você não pode dizer isso pra ninguém. – Digo.
— Como eu disse, eu não ligo. Não vou falar nada, porque não é da minha conta.
— Tá, obrigada.
— Tanto faz. – Ela fala se deitando na cama. — Agora sai, e fecha a porta. Não tô afim de companhia.
Faço o que ela pediu e vou para o meu quarto, realmente agradeço por ela não falar nada. Mas por que ela tem que ser tão chata?
Eu realmente não esperava ter uma linda relação de irmãs com ela, mas esperava que fosse menos... Fria.
Ahh, entendi. É isso que eles pensam de mim.
Kol Mikaelson
Isso não mudou nada, eu ainda sinto alguma coisa por ela. Se não tiver tudo aumentado.
Eu beijei minha sobrinha, se o Klaus descobrir, é adeus vida, olá caixão.
E ela retribuiu, significa que ela também pode sentir algo por mim? Ou foi só pelo calor do momento?
Muitas e muitas perguntas, todas sem respostas.
Destiny
Estava deitada na minha cama, deixando os pensamentos fluírem, eu precisava de um tempo para pensar, colocar as coisas no lugar.
Quando eu ouço alguém bater na porta, mando entrar e logo vejo Freya. Me sento e gesticulo pra ela se sentar ao meu lado.
— Você tá bem? – Ela pergunta e eu assinto. — Pois bem, não parece. Tá com cara de quem precisa beber.
_ Ah, eu adoraria. – Digo rindo. — Mas estou presa aqui, por causa de uma velha bruxa que eu nem conheço.
— Na verdade tem um jeito, mas não conta pro seu pai. – Ela da um sorriso de lado e eu riu junto.
(...)
Freya fez um feitiço, para ninguém conseguir nós rastrear. E abrimos um portal para Los Angeles. Pra ser mais específica, uma boate Lux, de um velho amigo.
— Seja bem vinda, a cidade dos anjos. – Dou um sorriso e puxo ela para o balcão. — Mazi, como você tá gostosa.
— Rainha, que saudade. – Ela me da um beijo de cumprimento. — O que devemos a honra?
— Eu e minha tia precisávamos de uma bebida. – Aponto pra Freya, e Maziken a olha de cima em baixo.
— Tem namorada? – Maziken pergunta e ela n**a rindo. — Mesmo se tivesse isso não iria mudar nada.
Maziken pula o balcão e senta em cima da Freya, eu me segurei pra não rir.
— Eu vou ver o Lúcifer. – Digo mas elas nem perceberam porque já tinham começado a se pegar. — Tá bom.
Entro no elevador, e dígito o andar. Depois de alguns minutos a porta se abre, no quarto dele.
— Rainha. – Ouço ele dizer gesticulando com a mão.
— Oiê Luci. – Digo e me sento no balcão enquanto ele me serve bebida. — Como anda as coisas em LA? E aquela detetive?
— Você geralmente odeia falar de sentimentos. – Ele diz e bebe.
— Sim odeio, mas também sou curiosa. – Digo e também bebo. — Então, anda. Desenbucha.
— Já ouviu falar que a curiosidade matou o gato.
— Sim, então é só não me deixar curiosa.
— Tá a mesma coisa, eu acho que gosto dela. Mas não sei o que ela sente. – Ele fala. — Seja minha terapeuta, e me diga, o que tenho que fazer?
— Olha, eu não sou como a Doutora Linda, mas acho que tem que dizer o que sente. Antes que seja tarde. – Digo.
— Mas se ela não sentir o mesmo.
— Bom, mas por isso você tem que descobrir. Pra saber se vale ou não a pena se apegar. – Digo e bebo de novo, enquanto ele parecia pensativo.
— Tem razão, antes de dizer o que sinto, tenho que descobrir o que ela sente. – Ele muda totalmente o que eu disse. — Você é uma gênia Rainha, já pensou em ser Terapeuta.
— Lúcifer, eu não quis dizer... – Ele entra no elevador e sai de lá. — Isso.
Agora eu entendi o que a Linda quis dizer, bebo mês um pouco e logo desço atrás da Freya.
— Temos que ir, seu pai mandou mensagem, é a Dahlia. Ela está com a Hope. – Freya disse e eu assenti.
Abri um portal para o complexo, de New Orleans e passamos por ele. Ao entrar na sala, vemos claramente um cenário que ocorreu uma luta e Klaus nós encarando com o semblante preocupado.
•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•
Votem e comentem