Capítulo 8°

476 Words
Aylla on 23:56 Eu estou deitada mechendo no meu celular quando alguém toca a campainha, olho o horário e vejo que está bem tarde para visitas, porém, resolvo ir vê quem é, coloquei somente uma camisa larga e grande. Olhei pelo olho mágico e vejo o Vinícius, arrumo melhor o meu cabelo e abro a porta logo em seguida, revelando aquele homem que atormenta minha mente por 3 dias, sim somente 3 dias, até agora! Vini- oi Aylla - falou o maior - Ah, oi Vini - vou até o maior e lhe abraço, suas mãos rodeiam minha cintura e é nesse momento que meu corpo estremece, uou. - Desculpe a pergunta mas oque faz aqui essa hora?- pergunto. Vini - Esqueci meu celular aqui e imaginei que você havia guardado ou está no mesmo lugar que deixei - falou o maior. - oh, sim está aqui, eu só vi porque tinha ido ao quarto te chamar pra tomar café mas você já tinha ido embora - falei. - e quando peguei tinha uma mulher te ligando - falei com expressão totalmente seria. Vini- ah, obrigada, sabe quem era essa mulher? - perguntou o mesmo com cara de interrogação! - Estava salvo como " Fernanda Ferreira" - falei com um certo incômodo. Vini- vc atendeu? - perguntou. - Não, óbvio que não, seria falta de privacidade e ela poderia ser algo sua - falei ainda com incômodo, joguei no ar pra ele responder, vai que né, logo fiquei calada. Vini - oh, ela é somente ex colega de trabalho - falou o maior, espero q seja somente isso, rum. - Hm, vou pegar seu celular e já volto, fique a vontade - falei e sai de lá o mais rápido. Chegando no quarto, soltei a respiração que eu nem sabia que estava prendendo, oque está acontecendo comigo? .... Peguei o aparelho e voltei para sala, encontrei o Vini sentando no sofá com a mão nas laterais do sofá. - eeh, aqui está seu celular - falei chamando a atenção do msm. Vini- obrigada por ter guardado - levou o aparelho e sorriu. - não tem de quê - sorri fraco. Vini - eeh... acho que é só isso mesmo, tchau, boa noite linda - falou e eu lhe acompanhei até a porta. - boa noite bê, ate outro dia - falei. Vini - até, tchau. - veio até mim e me abraçou, logo em seguida fui lhe dar um beijo na bochecha e o maior virou o rosto fazendo nossos lábios se tocarem, logo o maior puxou minha cintura para mais perto fazendo o selinho se tornar em um beijo lento cheio de desejo, porém, logo a falta de ar fez presença, ambos se olharam e foi aí onde corei, argh... logo ele sorriu e foi embora... Minha nossa senhora das calcinhas molhadas me acuda. Continua...
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