Nós subimos em silêncio. Me condeno mortalmente por ter chamado ele assim. Ele se fechou. Saímos do elevador, e ele foi para sua porta. Abriu a mesma. Me deu passagem para entrar e entrou já trancando a porta. — Você quer comer alguma coisa? Ele pergunta tirando a sua camisa polo, me dando uma visão do seu corpo e tatuagem. Meu Deus, isso é um pecado para humanidade. — Não. Posso tomar um banho? Peço desviado os meus olhos do corpo do mesmo. — Vem, eu te mostro o banheiro. Ele está tão frio e distante, que novamente lamento por arruinar a nossa noite. Estávamos tendo uma conversa tão agradável, tão natural e leve. Eu estava me sentindo bem conversando coisas que nem fazia parte de mim. Aqui. Ele abre a porta de um quarto. Era enorme e lindo. Todo claro com móveis escuros e roupas de c

