— Oi. Digo querendo tirar ele dá impaciência que ele parece estar. — Achei que eu teria que te buscar lá em cima. — Não é para tanto. Já estou aqui. Ele me olha e se vira para abrir a porta do carro para mim. Entro e ele fecha a porta. Dar a volta para ir para o banco do motorista. Ele entra e já dar partida no carro. Assim saímos. — Você está bem? Ele indaga. — Sim. — Parece nervosa. —Um pouco. —Por quê? — Eu não sei o que você vai conversar comigo. Ele sorrir e não diz nada. Seu olhar está na direção. Fomos em silêncio até chegarmos no penhasco. Eu lembro desse lugar. Ele trouxe aqui quando me resgatou da casa de Wilson. — Você gosta mesmo daqui, né? Ele sorrir largamente para mim. — Eu disse que amo esse lugar. E nada melhor que conversarmos aqui. — Achei que íamos almoçar.

