Abro a porta ainda sonolenta, sem imaginar quem poderia ser a essa hora da noite. E então… eu vejo. Alec. De botas de couro, chapéu, calça justa, cinto largo… e o corpo nu da cintura para cima brilhando sob uma camada de óleo que realça cada maldito músculo. Peitoral, abdômen, ombros. Ele parece saído de um sonho erótico — ou de um inferno feito para me torturar. Meu queixo quase cai. Meu coração dispara. Meus olhos percorrem aquele corpo como se tivessem vontade própria. — A-Alec?! — minha voz sai trêmula, entre surpresa e incredulidade. Ele sorri, aquele sorriso cafajeste, cheio de charme e pecado. — Surpresa, gatinha… vim te mostrar como um cowboy de verdade doma sua dama. Meu sangue ferve. Não sei se quero matá-lo ou puxá-lo para dentro do meu apartamento naquele exato segund

