CAPÍTULO XIII Reyn conduziu Melissa até a cadeira mais próxima e disse: — Sente-se e espere aqui. Eu não vou demorar. Reyn abriu a porta e ela ouviu os ruídos típicos de uma delegacia: cadeiras sendo arrastadas, máquinas de escrever, os gritos ocasionais de alguns prisioneiros e, o mais enervante, o som assustador das portas de ferro sendo fechadas. Esperar ali? E onde mais poderia ir? Cruzou e descruzou as pernas várias vezes, olhando para o relógio a cada cinco minutos. Por que ele demorava tanto? Olhou em volta e examinou a sala de mobília escassa. Que lugar h******l! Não bastasse sua depressão, ainda tinha de ficar sozinha naquele ambiente horroroso! Inquieta, pensou nos últimos dias e em todas as coisas que vivera. Afinal, nada havia mudado. E no entanto, tudo era diferente.
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