This is my design pt.2

3401 Words
"Lorde Potter." vem outra voz. Ele quer reclamar e dar o fora daí. Mas ele respira profundamente e sorri educadamente para o intruso. "Ah sim. Olá. Tu es…" Ele não esperava que Tom simplesmente deixasse tudo e o cumprimentasse, mas pensou que talvez viesse apenas para um simples oi ou como vai você. Como um cenário cômico, Tom está ao lado dele batendo em seu ombro. "Desfrutando?" Com a careta de Harry, Tom ri. "Peço desculpas. Deixe-me compensar o jantar, sim? " Ele balança a cabeça e sussurra, é claro. Uma mulher chega antes que Harry possa falar qualquer coisa. Ela era bonita. Lindo cabelo preto encaracolado, quadris largos e curvos. Suas mãos com unhas vermelhas envolvem os braços de Tom, fazendo-o queimar por dentro. Ele sente pela primeira vez, ciúme. Estava pútrido como o amor que aquela mulher tinha nos olhos. Tudo o que veio em sua mente foi, Tom era dele, então era o monstro dentro de Tom, todo o resto era dele. Não de uma mulher desprezível. Harry queria despedaçá-la m****o por m****o. "Harry." Tom o afasta de suas reflexões. “Conheça Lady Bellatrix Lestrange.” Bellatrix faz uma reverência e estende a mão. Harry pega agarrando um pouco mais forte e beija o ar. “Prazer em conhecê-la, Lady Lestrange. Hadrian Potter. ” Ela sorri para ele e novamente se aproxima de Tom. Harry tosse e desvia o olhar com raiva. Ele estava aborrecido. Como ousa essa v***a? Tocando algo que não era dela. Tom olha para ele. "Está tudo bem?" Harry franze a testa com a pergunta, ele não viu por que estava irritado ou estava brincando. De qualquer forma, Harry estava chateado. "Sim. Me encontre no jantar, Ministro Marvolo. Surgiu uma coisa." Ele diz silenciosamente, esperando que seu ciúme não seja visível. Tom o encara intensamente. Garoto incrível. Ele pensa. "Sem problemas, Lord Potter." Harry rosna em seu travesseiro irritado, já fazia mais de 2 horas que Tom ainda não o havia visitado. Preocupado com isso por alguns minutos, ele suspira e o deixa ir. “f**a-se. Não é como se ele me devesse uma visita. ” Ele adormece depois de um tempo, nem mesmo percebendo que suas proteções foram penetradas. Tom entra no quarto de Harry sorrindo para o elfo balançando a cabeça para que eles não façam barulho. Abrindo a porta suavemente, ele sorri para o Harry. Ele era um menino tão lindo. Enrolado em lençóis brancos, ele parece um ângulo. Ajoelhando-se, ele gentilmente coloca os cabelos rebeldes de Harry atrás das orelhas. Ele espera não acordar, mas infelizmente os olhos esmeralda turvos de Harry olham para ele. Harry respira fundo em choque e se senta. ele olha para Tom, que está ajoelhado na frente de sua cama com um sorriso malicioso. "Você veio." “Claro, eu vim. Você saiu sem jantar. ” Tom diz levantando a bolsa que está segurando. Como se fosse uma deixa, seu estômago ronca fazendo Tom rir alto do mais jovem. Depois do jantar, que Harry não pôde deixar de reclamar de como estava gostoso, eles se sentaram em frente à lareira. "Você disse tchau para Lady Bellatrix?" Harry não pode deixar de perguntar por despeito. Tom olha para ele divertido com sua voz ríspida. "Eu fiz." "Você deu um beijo de adeus nela?" "Eu fiz." Harry olha para ele com um olhar de aço. Isso faz Tom rir. "Não ria." Ele rosna. "Você está com ciumes." "Ótimo trabalho descobrindo Sherlock." Harry rosna. Imediatamente ele não deveria se desculpar pela grosseria, mas ainda está chateado. Ele quer gritar com Tom e sair de casa para destruir Bellatrix. Tom pega a mão de Harry e aperta suavemente. "Você poderia me dizer por que está com ciúmes?" Harry revira os olhos. "Eu tenho que?" Tom sorri e balança a cabeça. Ele se levanta e se abaixa, segurando o queixo de Harry. Eles se olham nos olhos e Tom está bêbado com a raiva e a adoração nos olhos de Harry. "Posso?" Harry não diz nada, simplesmente acontece. O beijo deles é quente e obsceno. Harry deixa escapar um gemido agudo em torno dos lábios de Tom quando ele é levantado. Envolvendo suas pernas ágeis em volta da cintura de Tom, ele agarra seu cabelo com uma leve raiva por aqueles lábios terem beijado aquela v***a também. Tom cantarola apreciativamente. Tom leva Harry para seu quarto e o deita. Harry se inclina para beijá-lo mais apenas para Tom se mover e chupar seu pescoço provocativamente. Ele se move e encara Harry, ele gentilmente afasta o cabelo de seu rosto. "Eu não beijei Bell-." ele diz apenas para Harry colocar as mãos em volta dos lábios. "Não diga o nome dela e me beije, seu bastardo. " "Meu menino ciumento." Tom sorri provocadoramente. Harry bufa e empurra Tom fazendo-o cair de lado. Ele encara Tom e sorri para o rosto perplexo. “Isso significa que estamos namorando?” Tom pergunta. Harry acena com a cabeça. Harry acorda no meio da noite. Ele olha para o lado para descobrir que Tom não estava lá. Preguiçosamente, ele olha para o teto. Depois de passar noites com Tom, ele percebeu que algo estava estranho. O homem não percebeu que Harry estava atrás dele. ele pensa no que aconteceu hoje. Harry conheceu uma pessoa no ministério, com quem Tom sempre se aborrecia. Aquele homem cruzou a linha ao mencionar maliciosamente sobre seus dedos entrelaçados. E ainda assim ele podia sentir o olhar gorduroso do homem sobre ele, isso o deixava doente. Harry podia ver e sentir a emoção de Tom. Seu amado monstro estava de volta. Refletindo sobre seus pensamentos, Harry adormece mais tarde para ser acordado por Tom. Um beijo suave em suas bochechas e braços apertados em volta de sua cintura. Harry cantarola e cegamente procura os lábios de Tom, sorrindo quando ele o beija. "Dia." "Bom Dia querido." Ele olha para o homem mais velho, sem a menor evidência de que ele saiu morto à noite. Ele tinha um profeta diário em suas mãos. "O que você está lendo?" Tom entrega o jornal para ele. Harry se senta rapidamente. “Voldemort.” Ele respira suavemente. Ele olha o artigo e rapidamente percebe quem é. O cara do ministério. "O que você acha?" "Terceira e última morte, como sempre." Ele traça a imagem de um cadáver. A língua cortada como sempre, e o corpo exibido de forma humilhante. Mas ele lê o artigo para ver que seus órgãos genitais foram cortados. Raiva, ele podia sentir a raiva de Voldemort. Mas não foi em nome dele como sempre. Foi para outra pessoa. Harry sentiu uma raiva irracional, quem chamou a atenção de Voldemort? Por que essa pessoa merece tanta atenção? Tom olha para Harry. "Descobriu algo?" Harry olhou para cima confuso. Alegria e orgulho, ele sentia que Tom era diferente. Quase o faz engasgar. Tom era Voldemort. Não é realmente difícil conectar as linhas. Estava claro como o dia. A pessoa que chamou a atenção de Voldemort não foi uma pessoa qualquer, foi ele. Tom matou uma pessoa por ele, ou Voldemort matou uma pessoa por ele. isso deveria desagradá-lo, mas ele está e******o. Harry sabia que Tom o amava, mas ele teve que negociar com muito cuidado perto dele. Tom não iria matá-lo, mas ele poderia se afastar. Harry deveria provar a Tom que o amava e a seu monstro igualmente. Harry balança a cabeça. “É para outra pessoa. A primeira morte de Voldemort por outra pessoa. Essa pessoa deve ter tido más intenções, obviamente s****l para uma pessoa de que Voldemort gosta. ” "Você acha que Voldemort é capaz de amar?" Tom pergunta. Harry olha profundamente em seus olhos. Tom achava que tinha tudo escondido, mas estava errado, era intenso. Uma mancha vermelha em seus azuis, seu monstro aparecendo, mas não sendo visto. Voldemort não será pego, ele só pode se render. "Sim. Sim eu acho." xxx Foi uma epifania aleatória. Ele estava ensinando e ele percebeu algo. Os troféus de assassinato, os órgãos perdidos. Não eram troféus, eram apenas carne. Tom comeu suas vítimas. Voldemort era um canibal. Ele olha para sua bolsa e vê a lancheira que Tom trouxe para ele. recheado com carne. "Você precisa da proteína, meu amor." Tom disse embalando amorosamente sua lancheira. Harry suspira. "Classe dispensada." Ele diz. Ele pega a lancheira, olha para a carne e a espeta com o garfo. Provavelmente foi aquele cara que o deixou chateado. Ele suspira e o enfia na boca. O gosto era incrível como sempre. xxx Harry olha para cima, os olhos arregalados e lacrimejantes. Sua boca envolveu o p*u de Tom. Ele engole avidamente em torno de si. Ele esfrega seu pênis com a palma da mão. Tom grunhe, puxando seu cabelo e movendo seus quadris suavemente. Ele vê o monstro que Tom está suprimindo. Ele quer sair, ele quer ser violado por Tom. Ele quer beijar Tom suavemente e sussurrar. "- Vamos, queridos. Eu não estou com medo. Nunca de você." mas ele não pode. Ele precisa que Tom se admita. Depois de uma chupada final, Tom goza dentro dele. Harry abre a boca obscenamente mostrando o esperma de Tom, o que faz Tom rosnar possessivamente. Ele puxa o queixo e sorri. "Engula para mim, bebê." Harry se aninha perto da mão de Tom e engole. "Bom menino." Harry sorri. Ele se senta e se senta no colo de Tom. Uma batida os assusta. Harry geme escondendo o rosto no pescoço de Tom. “Ministro impertinente, violando civil inocente e nem mesmo o satisfazendo.” Harry diz sorrindo e mordendo a orelha provocativamente. Tom suspira. “Peço desculpas, amor. Estamos no meu escritório. ” Harry solta um suspiro cansado. “Tudo bem, estou indo embora. Você me deve um grande orgasmo, senhor. " Ele diz bufando e se retirando do colo. Tom ergue os olhos e franze os lábios. Seu amante solta uma risada. "Você é impossível." Harry diz pressionando um beijo gentil. Harry se perguntou se Tom sabia que ele sabia quem é Voldemort. Ele finalmente entendeu por que Tom estava feliz alimentando-o, sua própria caça, era quase... instinto animal. Os comentários apreciativos de Harry alimentaram Tom ainda mais. Ele se pergunta quantos assassinatos ele teve sob seu cinto. Ele cantarola quando sente os braços de Tom em volta de sua cintura nua. "Você está pra cima." "Harry." Tom diz a voz abafada. "O que é isso?" Harry pergunta se perguntando se é algo sério. “Eu... desejo apresentá-lo. Tem havido rumores, é claro, e acho que muitos sabem sobre você. No entanto, quero que seja oficial. ” Harry se vira, apoiando-se na janela. Ele sorri para seu amante, traçando suavemente as maçãs do rosto salientes e segurando o cabelo da cama suavemente, ele suspira. "Você quer me exibir?" Tom sorri e acena com a cabeça. "Você não quer ser mostrado como meu?" ele pergunta. Puxando Harry para mais perto, encaixando seu corpo entre suas coxas separadas. Harry estremece. “Você vai comprar tudo para mim de novo? Vestir-me da cabeça aos pés com as coisas que você ganhou com o seu dinheiro? " "Você quer que eu faça?" Tom pergunta. Seus lábios pressionaram suavemente os nós dos dedos de Harry enquanto ele se movia. Harry estremece. “Eu poderia arrancar tudo quando eu quisesse. Porque é meu. Levar você a qualquer lugar porque este corpo é meu? " Tom sussurra. Harry geme, ele aperta as pernas em volta da cintura e os braços em volta do pescoço de Tom. "tom." Harry sussurra. "É claro que sim!!" Ele fala. xxx O baile ministerial anual estava finalmente aqui. Ambos estavam vestidos com túnicas uniformes combinando. Harry inspira para se acalmar. “Eu não vou te deixar em paz, meu amor. Não se preocupe." Harry acena com a cabeça trêmulo. Eles entram e os elfos os anunciam em voz alta; Lorde Slytherin e Lorde Potter. Harry sente seus olhos sobre ele e Tom. A inveja encheu a sala. Isso era irritante. Eles caminham regiamente como deveriam. Tom tinha uma reputação e Harry não ia deixar as pessoas falarem merda só porque ele estava namorando. Foi um baile extremamente formal. Em algum lugar atirando olhar para eles, mas ninguém teve coragem de vir falar. No entanto, uma mulher corajosa veio e realmente se atreveu a perguntar sobre o contrato de casamento com sua filha. Harry se irritou com isso, Tom estava com os braços em volta da cintura e ainda assim aquela mulher delirante ousou fazer uma coisa tão desrespeitosa. Tom certificou-se de esclarecer os fatos, educadamente, mas deixou sua magia envolver a mulher ligeiramente, fazendo-a estremecer de medo. Houve outra pessoa que conheceram que irritou Harry. Ele era amigo de um funcionário do ministério que estava se esforçando demais para ser amigo de Tom. Essa pessoa olhou para Tom e o olhar em seus olhos disparou um arrepio por sua espinha. Parecia errado e nojento. Todo mundo adorava Tom, não era uma coisa nova. Mas essa pessoa, essa pessoa conhecia Voldemort como Harry o conhecia. Aquele homem não estava vendo Tom, ele estava vendo Voldemort e admirando. Ele foi verdadeiro em sua observação porque no dia seguinte em profeta ele viu outro assassinato na primeira página mascarado como a morte de Voldemort, mas ele sabia que não era apenas por um mero olhar para ele. "Não está lendo hoje?" A raiva de Tom foi escondida por sua cara de pôquer experiente. "Não é ele." Harry diz com absoluta sinceridade em sua voz. Balançando a cabeça internamente quando Tom olha para ele com orgulho. xxx Como de costume, ele estava corrigindo o trabalho de seus alunos. Irritado com sua gramática terrível. Ele olha para o tempus e percebe que já passou da hora do almoço. Era fim de semana e Tom ainda não o visitara. Pode ter havido emergência no ministério. Mas algo parecia errado. Tom sempre tinha tempo para ele, mas hoje ele não tinha ido para o café da manhã ou almoço. Ele se lembra do baile de uma semana atrás, quando eles conheceram aquele cara nojento. Harry xinga e pega seu casaco, ele silenciosamente espera que não seja nada e Tom está apenas ocupado com seu trabalho e aparata direto para os portões da mansão de Tom. Ele franze a testa imediatamente quando vê aurores, repórteres e fica arrepiado ao ver curandeiros presentes. "O que no mundo…." Harry rosna e corre para dentro da mansão. Alguns aurores o param no caminho, mas Harry está longe de ouvir, ele simplesmente passa por eles e corre para o escritório. Ele vê vermelho de raiva. O escritório está em ruínas. Ele olha em volta e não consegue ver Tom em lugar nenhum. Ele ouve os sussurros ao seu redor e quer gritar com todos eles para parar de distraí-lo. “Onde está o ministro?” Harry sussurra para o homem parado ao lado dele. Ele estava exausto e tudo que queria era se enrolar e soluçar porque o pior caso possível deve ter acontecido. “O que—” "Hadrian." A voz de Tom vem. Harry sente que pode respirar, mas ele se vira para olhar para Tom. Ele se sente fraco de joelhos quando vê sangue na camisa de Tom. "Oh m-" Harry interrompe a si mesmo. Sua mão envolveu seus lábios. "Harry. Meu amor, estou bem. Não é um hematoma, minha querida. " Tom diz, correndo em direção a ele em um segundo porque Harry quase cai. "Querido. Estou bem. Não é meu sangue. " Tom diz suavemente. "Oh, graças a Merlin." Harry sussurra continuamente. Ele pega o rosto de Tom em sua mão e observa, afastando seu cabelo rebelde de seu rosto. "Você está bem. Oh, você está bem. Quem diabos era? " Harry rosna com raiva. Tom sorri para seu amante. "Eu estava preocupado com você. Ele disse que... ”ele engole. "Que ele tinha te machucado." Harry balança a cabeça. "Não. Não. Ninguém veio à minha casa. Você estava preocupado? " "Claro, eu estava preocupado, meu querido." Tom sussurra. Pressionando um beijo amoroso nos lábios. Ele olha para cima, seus olhos girando de raiva e se inclina e sussurra discretamente. "Você o matou?" Tom se afasta e olha para ele. "Você-" "Mais tarde." Tom acena com a cabeça. Seu aperto em seu pulso com mais força. "Eu matei." Harry acena com a cabeça. "Bom." O ministro matando alguém não causou indignação porque todos pensavam 'Pobre ministro, algum louco tentou matá-lo e agora está traumatizado porque o matou acidentalmente.' O jantar deles é silencioso. Os dois vão até a lareira, na mão de Harry está a coisa mais difícil que ele pode encontrar na mansão de Tom. "Você sabe." "Eu sei." "Desde quando?" “Em sua última morte. Sério Tom, você é terrivelmente óbvio. Bem, pelo menos para mim você é. Além de Tom, alimentando o jantar com órgãos que sumiram? Nada sutil. ” Harry disse rindo baixinho. Tom olha para ele, ele estava em silêncio. Ele agarra a mão de Harry. “Você teria me matado se eu reagisse m*l?” Harry perguntou suavemente. Tom beija os nós dos dedos. "Você sabe a resposta." Harry sorri para ele. "Você me honraria comendo cada parte de mim, querido?" ele pergunta se levantando. Tom abre os braços cantarolando quando Harry se senta em cima dele. “Meu amor, sim, eu faria. Assim você estaria vivo dentro de mim. " Harry suspira e pressiona Tom. “Oh, querido. Não se esconda de mim. Eu amo você." Ele sussurra, beijando Tom nos lábios e depois desce para o pescoço. Ele estremece ao sentir as mãos de Tom traçando suas costas. Tom se levanta e leva os dois para o quarto. "Eu amo você." Tom sussurra febril. É mais apaixonado do que qualquer outra noite. Harry engasga com a vermelhidão nos olhos de Tom enquanto seus dentes roçam seu pescoço e ele é mordido com força. "Meu lindo... lindo menino." Tom diz. Harry choraminga e arqueia as costas para mover seus quadris até Tom. Ambos estão um sobre o outro. Eles não se cansam um do outro. Harry suspira, ele se alonga cansado e se vira para encarar Tom. Ele tira o cabelo de Tom do rosto e nota uma pequena cicatriz. Ele silenciosamente quer que essa pessoa esteja viva apenas para que ele possa matá-la por machucar Tom. xxx Indo para a janela de seu quarto, ele respira fundo para se acalmar. Tom finalmente soube e não estava preocupado com isso, ele confiava nele. Tom acorda e envolve seus braços em volta da cintura de Harry. "Bom dia, querido." Harry sussurra. Tom cantarola e move as mãos dentro de suas vestes e gentilmente provoca os m*****s de Harry, fazendo-o gemer. "T-tom." Harry choraminga. Ele esfrega seu p*u na coxa de Tom, acariciando seu rosto mais perto e beijando apaixonadamente. "Sim, bebê. Me diga o que você quer." Tom murmura distraidamente, seus dedos traçando o corpo de Harry. Harry continua murmurando seu nome. "Diga-me. O que você quiser. ” Tom sussurra novamente. Harry ergueu os olhos para Tom, os olhos girando de alegria. "Você esta todo descabelado." Ele diz. Tom rosna e solta Harry. Harry solta uma risada histérica. Tentando suprimir quando Tom o encara, mas não consegue. Tom mostra as costas para ele claramente de mau humor. Harry respirou fundo. O olhar de descrença que o rosto de Tom teve antes de se separar era engraçado como o inferno. "Bem. Bem. Sinto muito, querido. ” Harry disse com voz trêmula de tanto rir. Tom bufa com raiva. "Venha agora, amor." Harry murmurou, ele deixou suas vestes caírem no chão rapidamente. Ele sorri lascivamente, ele não estava vestindo nada dentro do manto, afinal. Abrindo os braços, ele sorri para Tom, que se virou para olhar para ele exatamente como ele tinha feito quando se conheceram. Ele acena para ele se aproximar, sorrindo com a sugestão de monstro que ele pode ver nos olhos de Tom. Tom estava deixando-o ver sua natureza interior, lenta mas seguramente. "Sou todo seu." "Sempre." Harry sorri. "Mesmo depois da morte." Ele sussurra. 'Venha meu monstro. Coma-me vivo.' Ele pensa enquanto Tom corre em direção a ele beijando-o com luxúria e paixão furiosas. As emoções de Tom o afogam, mas Harry aprendeu a respirar debaixo d'água. ◆◇◆◇◆◇◆◇◆◇◆◇◆◇◆◇◆◇◆◇◆◇◆◇
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