Capítulo — O depois. " Não fechemos os olhos para os sinais, eles são indícios sólidos de algo bom ou ruim." Jaylene Estamos deitados na cama. Cadu me apoia em seu peito enquanto faz carinho na minha cabeça; eu desenho formas invisíveis em seu tórax. Penso no lanche que foi intragável. Sentar à mesma mesa que Solange revirou o meu estômago. Eu achava que apenas em novelas existiam pessoas ruins a ponto de oprimir outras; no entanto, o que me dou conta é que, na vida real, essas espécies também existem. — Pensativa, amor? — ele pergunta com a voz doce. Por mais que eu ainda estremeça ao ouvi-la, uma vez que sou jogada na recordação da voz gutural, animalesca, rosnando o meu nome no estacionamento. Nem parece que essa voz pertence à mesma pessoa que agora me tem nos braços. — Um pouc

