CRISTAL Não sei ao certo quanto tempo fiquei inconsciente, até quando comecei a ver claridade novamente e ouvi vozes gritando meu nome, que eu pude conseguia reconhecer mesmo com minha cabeça girando. Minha mãe está ajoelhada no chão com minha cabeça apoiada em seu colo, meu pai segura minha mão. Abro os olhos encontrando olhos confusos e aflitos me encarando, de pé estão meus tios, Christian, Alejandro e uma mulher que eu não tinha reparado. — Não se preocupem, eu costumo causar essas reações nas mulheres. — Ouço o homem se gabar e com um fogo crescendo em mim, me levanto rapidamente. — Como disse? — Eu o encaro, que ainda sorri de forma sarcástica para mim. Sim, a semelhança física é tanta que me perturba. Mas agora vejo que aqui há muita diferença para o meu espanhol, ele

